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LITURGIA - Liturgia dominical

MISSA  SOLENIDADE DE NOSSA SENHORA APARECIDA

12/10/14

Fazei Tudo o que ele vos disser

 

Leituras:

 
1ª leitura: Est 5,1b-2;7,2b-3 = Concede-me a vida do meu povo – eis meu desejo!
Salmo Responsorial: Sl 44 = Que o Rei se encante com sua beleza! CLIQUE AQUI
2ª leitura:
Ap 12,1.5.13a.5-6a = Um grande sinal apareceu no céu.
evangelho: Jo 2,1-11 = Fazei o que ele vos disser.  CLIQUE AQUI

Cor litúrgica:Branca

                               Não é difícil perceber que a Liturgia da Palavra de Nossa Senhora Aparecida é uma grande invocação em favor da vida. No centro dessa invocação, como intercessora e advogada do povo encontra-se Maria, a mulher intercessora que advoga em favor da vida do povo, representada como figura, em Ester (1ª leitura). Mas, ela está também presente no salmo responsorial como a rainha que ouve os pedidos em favor do povo; está na mulher grávida, geradora de vida, protegida de Deus (2ª leitura) e na mãe que intercede ao Filho, na festa que inaugura o início de um novo modo de viver (Evangelho).

 O contexto da 1ª leitura leva os celebrantes à concreteza histórica de uma ameaça contra a vida do povo. Mardoqueu, tio de Ester, pede que ela interceda ao rei pela vida do povo. Assim acontece: a pedido da rainha Ester, o povo tem a vida preservada (1ª leitura). O pedido de Ester coloca a vida acima de tudo, acima até mesmo de receber metade do reino, porque não existe nada mais valioso e sagrado que a vida pessoal e a vida do povo (1ª leitura). O salmista inspira-se na súplica de Ester e leva os celebrantes até Maria para que, qual advogada do povo, continue intercedendo ao Senhor em favor da vida dos povos de todos os tempos e lugares (salmo responsorial).

A intercessão em favor da vida também está no Evangelho, no tema bíblico do matrimônio, símbolo e realização da aliança em favor da vida. No contexto bíblico, matrimônio é uma aliança selada no amor, pela qual o homem e a mulher se dispõem a crescer na vida, completando-se um ao outro pela geração e cuidado da vida. Também nesse sentido, a intercessão da Mãe de Jesus é para a que a vida não perca seu brilho, mas se deixe orientar por Jesus — fazendo o que ele disser — principalmente se a realidade rotineira do cotidiano esvaziar as talhas com relacionamentos humanos cansados e mal resolvidos, impedindo que a vida seja uma festa feliz (Evangelho).

Por fim, o discipulado e a missionariedade. João dá destaque para a chegada de Jesus com seus discípulos, na festa de casamento, e os distingue do grande grupo. Os discípulos do Senhor participam da festa da vida, mas bebendo o vinho novo (Evangelho). Na narrativa das bodas de Caná, encontram-se três atitudes básicas do discípulo/missionário: ouvir o que o Senhor diz, contemplar a sua glória nos sinais que realiza na e em favor da vida e, crer no Senhor (Evangelho). Discípulo e missionário é aquele que escolhe a vida, e isto significa ficar do lado de Deus (2ª leitura

Cantando a Liturgia

Cantar essa celebração é cantar alegria de ter a Virgem de Aparecida como Mãe e protetora do povo brasileiro, cantar a proteção divina apoiando-se na poderosa intercessão da Virgem de Aparecida, cantar a alegria de comprometer-se com a escolha pela vida, pois quem assim faz coloca-se do lado de Deus.

 

Entrada: Propomos cançõe relacionada com o mistério celebrado, destacando a Igreja que caminha com a Virgem Aparecida ao encontro do Senhor.   

Vem Maria vem, vem nos ajudar, neste caminhar tão difícil rumo ao Pai...
“É Grande o Senhor é nosso Deus, atento aos corações buscou em Nazaré
“Quem é esta que avança como aurora....

 

 Aclamação ao Evangelho:  Aleluia e antífona do dia ou
“Como Maria agora vou ouvir o que o Senhor quer hoje nos dizer....

 

 

Ofertas: as canções devem marcam a simplicidade das mãos de Maria que oferecem a Deus, o fruto das atividades do cotidiano da vida. É assim que nosso povo se aproxima de Jesus, imitando o mesmo gesto oferente de Maria, 

“Sobe a Jerusalém, Virgem oferente”  sem igual..
“Um coração para amar, pra perdoar e sentir...
“Maria cheia de graça, não teme o que possa vir...

 

Comunhão: é momento para cantar a alegria pela possibilidade de poder provar do alimento que dá vida e do vinho novo, aquele vinho da melhor qualidade que foi guardado para quem ama a vida e fica do lado de Deus. Todas as canções estão dentro do atual contexto, mas em especial, a canção (4) que poderá ser escolhida como segunda canção para o rito da distribuição da comunhão.

“Quando teu Pai revelou o segredo”
“Povo de Deus foi assim, Deus cumpriu a palavra que diz....

Coroação: Se um dia um anjo declarou......

Saída da procissão: Viva Mãe de Deus e nossa....



MISSA DO XXVII domingo do tempo comum

05.10.14

o Reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que produzirá frutos".

 

Leituras:

1ª leitura:
Is 5,1-7 = A vinha do Senhor dos exércitos é a casa de Israel
Salmo Responsorial: Sl  79 = A vinha do Senhor é a casa de Israel CLIQUE AQUI
2ª leitura: Fl 4,6-9 = Praticai o que aprendestes e o Deus da paz estará convosco
Evangelho: Mt 21,33-43 = Arrendou a vinha a outros vinhateiros  CLIQUE AQUI

 

Cor litúrgica:Verde

                Com essa celebração concluímos a trilogia sobre a vinha do Senhor. Dentro do contexto missionário, próprio do mês de outubro, podemos considerar a missão de sermos, uma vez mais, enviados a cultivar a vinha do Senhor, na comunidade. De outro lado, dentro do contexto celebrativo, a vinha continua sugerindo o que vínhamos refletindo nos Domingos anteriores (25DTC e 26DTC): o conceito de religião como atividade, como trabalho que cultiva os valores do Reino na comunidade.

         Se nos Domingos anteriores, o Evangelho convocava para trabalhar na vinha do Senhor (25DTC) e enfatizava o trabalho na vinha como um modo de fazer a vontade do Pai (26DTC), agora, as leituras, de uma parte, acenam para os frutos e para o modo de trabalhar na vinha. Isaías conclui seu texto dizendo que Deus espera frutos de justiça, na comunidade (1ª leitura) e Paulo incentiva o modo de cultivar ocupando-se “com tudo que seja verdadeiro, respeitável, justo, puro, amável, honroso” (2ª leitura). Se antes o convite e o contexto celebrativo indicavam as pastorais e ministérios como locais concretos para responder aos apelos do Senhor da vinha, agora a Liturgia descreve como deve ser o método de trabalho (2ª leitura) e indica para a justiça como fruto desse trabalho (1ª leitura).

         Como na celebração do Domingo anterior, a atual celebração também pode ser dividida em dois grupos de vinhateiros. Os primeiros são os vinheiros aos quais o Senhor arrenda a vinha (Evangelho). As leituras não escondem a decepção do Senhor da vinha para com essa gente de quem esperava mais dedicação e cuidado. E, no entanto, o que vê? Total indiferença e descuido (1ª leitura); indiferença e descuido para com as coisas de Deus, a ponto de produzir uvas selvagens (1ª leitura). A indiferença é tamanha que os animais (a ausência de sentimentos humanos) têm livre acesso na vinha (salmo responsorial). O quadro torna-se cruel quando os enviados do Senhor em vez de frutos se deparam com a violência e a morte, matando inclusive o filho do dono da vinha (Evangelho). É a incapacidade de respeitar Deus e seu projeto em favor da vida, que deveria produzir frutos de justiça (1ª leitura).

         O segundo grupo de vinhateiros não são personagens das leituras, embora sejam facilmente identificáveis. O primeiro deles é Isaías, o profeta preocupado com a bem da vinha do Senhor e aquele que adverte para conseqüências provocadas pelo desinteresse para com a vinha (1ª leitura). Outro vinhateiro é o salmista que faz memória da bondade divina para com a vinha e que, vendo-a nessa situação degradante, intercede a graça de refazer a aliança e o compromisso do cultivo e cuidado (salmo responsorial). O terceiro é Paulo, o apóstolo que indica o que deve ser cultivado na vinha do Senhor, assegurando uma garantia promissora àquela comunidade que se dedicar a cultivar a vinha do Senhor: “o Deus da paz estará convosco” (2ª leitura).


                 

Cantando a Liturgia

É uma celebração que canta o compromisso de produzir frutos de qualidade na vinha do Senhor. Cantar essa celebração é também rejeitar o comportamento dos maus vinhateiros e assumir a postura de alguém dedicado no trabalho da vinha, como Jesus.

 

Entrada: a exemplo dos últimos dois domingos, a canção do rito processional canta o compromisso que se tornará concreto na celebração eucarística. Por isso, nossas sugestões são ainda pelos mesmos cânticos que despertam o empenho de fazer com que a comunidade produza frutos de justiça e obras de bondade (1L) na comunidade.

  -“Eis-me, aqui, Senhor”
- “Senhor, se tu me chamas”
- “Nossos corações em festa, se revestem de louvor

“O Senhor necessitou de braços, para ajudar a ceifar a messe…..


 

Aclamação ao Evangelho: Aleluia e antífona:

 

Ofertas essa é a procissão daqueles que contemplaram a vinha do Senhor e se comoveram com o que viram, a exemplo do profeta Isaías, do salmista e do próprio Jesus. Nessa celebração, eles entram na procissão das oferendas para oferecer o esforço de não permitir que a vinha seja devastada na comunidade.

 “Neste pão e neste vinho,o suor de nossas mãos..... 
 “Deus prepara uma mesa farta, rica em alimento plena de beleza......”
“Trabalhar o pão, celebrar o Pão, oferecer e consagrar e comungar o pão
 

Comunhão: inspirando-se na aclamação ao Evangelho e no convite para a comunhão eucarística, os celebrantes são conduzidos à mesa do altar cantando o empenho para produzirem frutos de justiça e obras de bondade na comunidade (1L) e, ao mesmo tempo, não permitir que a vinha seja destruída na comunidade.

“Poucos os operários, poucos trabalhadores.....
“Vou cantar, teu amor, ser no mundo um farol...
“É Bom estarmos juntos, na mesa do Senhor

 

Envio: Canto Mariano



MISSA DO XXVI domingo do tempo comum

28.09.14

Deus enviou seu Filho para que o mundo seja salvo

Leituras:

1ª leitura:
Ez 18,25-28 = Quando o ímpio se arrepende, recupera sua vida
Salmo Responsorial: Sl 24 = Recordai, Senhor Deus, vossa ternura e compaixão CLIQUE AQUI
2ª leitura: Fl 2,1-11 = Tende entre vós o mesmo sentimento que existe em Cristo Jesus
Evangelho: Mt 21,28-32 = Arrependeu-se e foi trabalhar na vinha CLIQUE AQUI

Cor litúrgica:Verde

Jesus volta a insistir no convite para trabalhar na vinha do Pai, a exemplo do Domingo anterior (25DTC), mas dentro de outro contexto. Se no Evangelho do Domingo anterior, o convite era feito para quem vivia desocupado, no Evangelho desse Domingo, o convite acontece a quem vive com o Pai, em âmbito familiar e, supõe-se, conheça a vinha. Pelo tom da conversa, denota-se que os filhos não estavam interessados em cultivar a vinha do Pai (Evangelho). Jesus não discute se isso é bom ou ruim, pois prefere conduzir o foco para a obediência de fazer a vontade do Pai.

         A obediência a Deus é o dado central na formação de uma comunidade de discípulos e missionária. É pela obediência que o primeiro filho realiza a vontade divina, mesmo que em princípio tenha recusado (Evangelho), é pela obediência que o ímpio retorna ao caminho do bem e recupera a vida (1ª leitura) é pela obediência que o discípulo assume os mesmos sentimentos e atitudes de Cristo no cultivo da vinha (2ª leitura). Jesus distingue duas formas de obediência: aquela que fica nas palavras, nas boas intenções e, a obediência que leva a assumir o compromisso empenhando a própria existência pela vinha do Pai (Evangelho).

A obediência de palavras e promessas é própria de quem não leva a sério o projeto do Pai. Embora tenha o Pai em consideração, não valoriza o cultivo da vinha (Evangelho), o projeto do Reino. Em termos religiosos, é uma pessoa voltada para si, sem consideração com o outro (2ª leitura). Vive a religião de modo passivo, alienado e utilitarista, moldando a religião ao seu gosto e necessidades. É gente que vive fazendo promessas, mas sem o empenho pessoal de cumpri-las. Entende a religião como rezar, ler a Bíblia, ir à missa... mas não como empenho da vida. É incapaz de entender a religião como trabalho dedicado à vinha (Evangelho).

Obedecer ativamente é passar de uma religiosidade passiva e alienada para uma religiosidade operante e transformadora. É esse tipo de atividade religiosa que Jesus recomenda para a comunidade. Por meio da obediência, da qual Jesus é sempre o exemplo maior, a religião torna-se operante e a pessoa religiosa faz-se “operário da vinha”, alguém que cultiva a vinha, cultiva o projeto divino na comunidade, fazendo a vontade do Pai (Evangelho). É alguém que empenha a própria vida atraindo a proteção divina (1ª leitura) e procurando o bem do outro (2ª leitura).

A vinha é a comunidade dos discípulos de Jesus, mas nem todos se interessam pelo projeto do Reino, como sabemos por experiência. O contexto familiar da parábola (Evangelho) desenha, do lado passivo, uma comunidade que conhece o projeto do Reino, mas prefere a religiosidade à religião. Apesar disso, lemos na 1ª leitura, que para Deus não existe vida ou comunidade perdida. Sempre existe um apelo à reconciliação convidando a trabalhar na vinha (Evangelho). Aquele que nega (ou promete) e não vai, sempre terá a chance de rever a decisão e ser acolhido pela misericórdia e bondade do Senhor da vinha (salmo responsorial).


                 

Cantando a Liturgia

Cantar essa celebração é proclamar a bondade divina que acolhe seus filhos e filhas que estão dispostos a fazer a vontade de Deus através da obediência. É cantar a alegria de poder trabalhar na vinha do Senhor dedicando a ele a aos irmãos a própria vida.

 

 Entrada: o rito processional canta a entrada daqueles celebrantes que aceitaram o convite para trabalhar na vinha do Senhor. Como na celebração do Domingo anterior, a procissão de entrada deve despertar o coração dos celebrantes para a disponibilidade de acolher o convite de ir trabalhar na vinha do Senhor. Por isso a mesma proposta de cânticos ., contudo, como hoje se celebra também o dia da Bíblia, a sugestão primeira é o acolhimento à bíblia

- A bíblia é a palavra de Deus, semeada no meio do povo...
-“Eis-me, aqui, Senhor”
- “O Senhor necessitou de braços, para ajudar a ceifar a messe


 

Aclamação ao Evangelho: Aleluia e antífona:Minhas ovelhas escutam a minha voz, minha voz estão elas a escutar

Eu conheço então minhas ovelhas, que me seguem comigo a caminhar

 

Ofertas: a exemplo da celebração do último Domingo (25DTC), os celebrantes são convidados a entrar na procissão ofertorial por ter aceito o convite do Senhor para trabalhar na sua vinha. Mais motivos terá aquele oferente que reconsiderou a negativa e voltou para fazer a vontade do Pai.

“Neste pão e neste vinho,o suor de nossas mãos..... 
 “Deus prepara uma mesa farta, rica em alimento plena de beleza......”
“Trabalhar o pão, celebrar o Pão, oferecer e consagrar e comungar o pão
 

 

 

Comunhão: cantar o compromisso de ter aceito o convite de ser operário na vinha do Senhor para cultivar, no meio da sociedade, os pensamentos de Deus. Convite que tem ligação com a Palavra de Deus, presente na Bíblia que motiva criar comunidades cristãs, marcadas e unidas pelo amor a Cristo.

“Poucos os operários, poucos trabalhadores.....
“Vou cantar, teu amor, ser no mundo um farol...
“É Bom estarmos juntos, na mesa do Senhor

 

Envio: Canto Mariano



MISSA DO XXV  DOMINGO DO TEMPO COMUM

21.09.14

Os últimos serão os primeiros, e os primeiros serão os últimos

Leituras:

1ª leitura:
Is 55,6-9 = Meus pensamentos não são como os vossos pensamentos
Salmo Responsorial: Sl 144 = O Senhor está perto da pessoa que o invoca CLIQUE AQUI
2ª leitura: Fl 1,20c-24.27a = Para mim, o viver é Cristo
Evangelho: Mt 20,1-6a = Estás com inveja porque eu estou sendo bom? CLIQUE AQUI

 

Cor litúrgica: Verde

No tempo de Jesus, a praça era o centro dos encontros, o local onde a cidade se encontrava. A praça, de ontem e de hoje, é o local do livre pensar com conceitos genéricos. Na praça se fala da vida, mas não se tomam decisões para a vida porque o pensamento não pode perturbar o ócio que reina na praça. Na praça comenta-se de tudo, fala-se de tudo e de tudo se sabe. A praça é o local ideal para jogar conversa fora, reclamar da vida e formular desculpas pela falta de trabalho: “ninguém nos contrata” (Evangelho). É o mesmo que dizer: nada fazemos porque não temos o que fazer.

         É preciso sair da praça, deixar esse jeito de viver, de apenas olhar a vida de longe sem se empenhar para mudar e melhorar alguma coisa. Olhando para a praça repleta de desocupados, a conclusão mais lógica é essa: se quisermos uma vida melhor, precisamos abandonar a “mentalidade da praça” para começar a pensar diferente. Deixar a praça é abandonar um jeito de pensar e viver, para assumir outro pensamento e outro modo de viver, mais comprometido com a vida. Isaías pede para abandonar os pensamentos humanos e se configurar aos pensamentos divinos, pois “os vossos pensamentos não são os meus pensamentos” (1ª leitura). Quem vive na inércia da praça, vendo a vida passar, não tem motivos para promover mudanças existenciais.

Deus não pensa assim; tanto é, que cinco vezes ao dia (quer dizer o dia inteiro) vai à praça convidar gente para trabalhar na sua vinha, colocando como condição básica o acolhimento da justiça divina (Evangelho), que é diferente da nossa (1ª leitura). Na vinha do Senhor não se trabalha em troca de benefícios, lucro ou sucesso, mas unicamente para cultivar o Evangelho na comunidade. São Paulo conclui a 2ª leitura com uma frase que ilustra bem essa dimensão da gratuidade dos trabalhadores da vinha: “só uma coisa importa: vivei à altura do Evangelho de Cristo” (2ª leitura). Viver na mesma dimensão existencial de Jesus é fazer o bem sem nada exigir em troca. Na prática, o trabalhador da vinha do Senhor não busca reconhecimento, mas age como servidor do Senhor e dos irmãos[1]. vinha do Senhor ao declarar que seu viver é Cristo (2ª leitura).

                O objetivo de trabalhar na vinha do Senhor encontra-se na 1ª leitura: fazer com que os pensamentos de Deus sejam os nossos pensamentos, na vida pessoal e nos relacionamentos sociais. A frase – “somos o que pensamos” – dá a dimensão do trabalho na vinha do Senhor, incentivando constantemente a não nos conformar com a mentalidade do mundo (Rm 12,2). O salmista resume bem o que se está dizendo, descrevendo o modo como Deus pensa, fundamentado no amor, na misericórdia, na paciência, na compaixão... dizendo que Deus é bom para com todos e que “sua ternura abraça toda criatura” (salmo responsorial).

Eis, portanto, o objetivo de trabalhar na vinha do Senhor: cultivar pensamentos de Deus para que a comunidade seja cada vez mais fundamentada no pensamento do Evangelho, condição essencial para se sentir abraçado pela ternura divina (salmo responsorial).


Cantando a Liturgia


Cantar essa celebração é ampliar o convite de Deus a cada celebrante para trabalhar na sua vinha. É cantar o convite para deixar a monotonia da vida diária e assumir o compromisso de mudar a realidade social colocando nela os pensamentos de Deus.

 

Entrada: a procissão de entrada deve despertar no coração dos celebrantes a disponibilidade  acolher o convite para trabalhar na vinha o Senhor. Escolher, portanto, uma canção vocacional, que desperte nos celebrantes a acolhida do convite e o incentive a responder positivamente.

 “Eis-me, aqui, Senhor”
 “Senhor, se tu me chamas”
“Nossos corações em festa, se revestem de louvor
 “O Senhor necessitou de braços, para ajudar a ceifar messe…..

 

 Aclamação ao Evangelho:  Aleluia e antífona do dia

“Vinde abrir o nosso coração Senhor, oó Senhor abri o nosso coração

 E então do vosso Filho a palavra, poderemos acolher com muito amor”

 

Ofertas: no meio da assembléia forma-se a procissão daqueles que acolheram o convite para trabalhar na vinha do Senhor. Nesse, e em todos os Domingos, os vinhateiros do Reino entram na procissão ofertorial para apresentar a Deus o que colheram ao viver e trabalhar pensando e agindo com os pensamentos de Deus.

“Neste pão e neste vinho,o suor de nossas mãos..... 
 “Deus prepara uma mesa farta, rica em alimento plena de beleza......”
“Trabalhar o pão, celebrar o Pão, oferecer e consagrar e comungar o pão

Comunhão:
cantar o rito de comunhão é proclamar na assembléia litúrgica o compromisso de ter aceito o convite de ser operário da vinha do Senhor para semear, no meio da comunidade, os pensamentos de Deus. É também cantar o empenho de não ficar ocioso na praça, mas se dedicar ao trabalho transformador da comunidade.  

“Poucos os operários, poucos trabalhadores.....
“Vou cantar, teu amor, ser no mundo um farol...
“É Bom estarmos juntos, na mesa do Senhor...


Envio: Canto Mariano, ou de incentivo aos fieis para atender o chamado de Deus para a messe

“Deus chama a gente para um momento novo”  

 

 

 


MISSA DE EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ

14.09.14

Deus enviou seu Filho para que o mundo seja salvo

Leituras:

 1ª leitura
: Nm 21,4b-9 = Aquele que foi mordido e olhar para ela, viverá.
Salmo Responsorial: Sl 77 = Das obras do Senhor, ó meu povo, não te esqueças.CLIQUE AQUI
 2ª leitura: Fl 2,6-11 = Humilhou-se a si mesmo: por isso, Deus o exaltou.
Evangelho: Jo 3,13-17 = É necessário que o Filho do Homem seja levantado. CLIQUE AQUI

Cor litúrgica:Vermelha



                O povo está a caminho da terra prometida e três fatores o fazem desanimar na travessia do deserto: a incerteza da viagem, o perigo das serpentes (como a venenosa vípera palestina) e a fome. Motivos justificáveis para reclamações, mas não suficientes para lançar uma onda de desconfiança contra Deus que os acompanhava na travessia do deserto. A falta de confiança em Deus o transforma em povo medroso, saudoso da segurança escravocrata do Egito, revoltado contra Deus e provocador da própria morte, atraindo sobre si a maldade venenosa das serpentes (1a leitura).

Na passagem do pecado original (Gn 3,1-14), e em outras passagens bíblicas, a serpente simboliza a provocação, a inimizade contra Deus e o rompimento da harmonia entre Deus e a humanidade. Ela é a destruidora do projeto divino, a provocadora da morte que afasta o homem da vida plena, representada na parábola do paraíso, que retrata a harmonia total entre Deus e a humanidade, assegurando que o distanciamento de Deus não provocaria a morte (Gn 3,4). Na travessia do deserto, a serpente volta a aparecer gerando insegurança, desconfiança, rompendo a amizade entre Deus e os homens (1a leitura). De novo, a conseqüência é a morte[1]. O salmo responsorial também recorda a conseqüência de revoltas, infidelidades e o abandono dos preceitos divinos: o castigo da morte.

Mas, morte não rima com vontade de Deus, que criou o homem e a mulher para viver plenamente. Deus se mostra benigno, perdoa o pecado e se dispõe a eliminar a morte uma vez para sempre, pela obediência do homem novo e, em Cristo, iniciar uma nova humanidade (2ª leitura). Através do perdão, Deus deixa de considerar a infidelidade causadora da morte, que arruína a vida do homem e da mulher, para apresentar-se como rochedo seguro e redentor da humanidade (salmo responsorial).

                A Cruz de Cristo encontra-se como ponto de chegada e momento culminante dessa trajetória de amor e interesse pela salvação do homem. É na Cruz que Deus demonstra sua maior prova de amor para com a humanidade, quando seu próprio Filho é levantado no meio do mundo, para que todos que dirigirem seu olhar a ele não morram, mas tenham a vida eterna (Evangelho). Por amor à humanidade, o Filho assumiu a condição de servo, se fez servidor para realizar o plano da salvação desejado pelo Pai (2a leitura). Na Cruz encontra-se a realização total do plano de Deus para com a humanidade, quando recebemos de Deus a Salvação (sua própria vida) que é vida eterna. A Cruz de Jesus Cristo deixou de ser castigo ou vergonha, para se transformar em troféu de vitória e árvore da vida[2], ou seja, início de uma nova criação, que continua sua peregrinação em meio aos desafios do mundo, mas fiel à vontade do Pai.

 

Cantando a Liturgia

Cantar essa celebração é entoar uma grande ação de graças a Deus que, pela Cruz de Jesus, demonstrou seu amor imenso para com a humanidade e, por meio da Cruz redentora, abriu-nos a possibilidade de participar da vida eterna.

 

Entrada: a procissão de entrada, e os ritos iniciais, conduzem o olhar dos celebrantes para a cruz de Cristo, fonte e salvação divina, expressão maior do amor divino para com a comunidade  
 
“Salve ó Cruz Libertadora.....
“Vitória, tu reinarás, ó Cruz, tu nos salvará...
”Nós nos gloriamos na cruz de nosso Senhor...

 

Ofertas: o canto das oferendas pode ser escolhido considerando as duas características propostas na sugestão homilia: dar graças a Deus pelo grande amor demonstrado na Cruz de Jesus  ou, cantar o compromisso de fazer da vida uma oferenda ao Pai, inspirando-se na lógica da Cruz.

 “A vós Senhor apresentamos estes dons, o pão e o vinho, aleluia...
“É prova de amor, junto a mesa partilhar...
“Sabe Senhor,  o que tenho é tão pouco pra dar......

 

 

 

Comunhão: reportando ao Mistério Pascal, plenamente realizado na Cruz de Cristo, a primeira proposta é uma canção pascal  com referência à Ressurreição do Senhor. ou cantar o amor divino que se manifesta plenamente na morte de Cruz de Jesus Cristo.

“Antes da morte e ressurreição de Jesus”   “Prova de amor maior não há”  
“Eu sou o pão, que vem do céu, quem crer em mim irá viver

 

Envio: Canto Mariano, ou: Deus enviou, seu filho amado, para morrer....



 
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liturgia da quaresma , sem.santa e triduo pascal ano A
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