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LITURGIA - Liturgia dominical

SOLENIDADE DA SANTÍSSIMA TRINDADE

 22.05.2016

O Espírito da verdade vos conduzirá à plena verdade

 

LEITURAS

1ª leitura: Pr 8,22-31 = Antes que a terra fosse feita, a sabedoria já tinha sido concebida
Salmo Responsorial: Sl 8 = Ó Senhor nosso Deus, como é grande o vosso nome  CLIQUE AQUI
2ª leitura: Rm 5,1-5 = A Deus, por Cristo, na caridade difundida pelo Espírito
Evangelho: Jo 16,12-15 = Tudo que o Pai possui é meu. O Espírito vo-lo anunciará CLIQUE AQUI

Cor litúrgica Branca

 A Liturgia introduz os celebrantes no Mistério da Revelação, apresentando a Trindade Santíssima agindo na criação e na vida de cada homem e mulher. A teologia dessa celebração não tem a intenção de fazer refletir sobre um acontecimento da História da Salvação, como contemplamos na Páscoa, por exemplo, mas conduzir os celebrantes à fonte do amor divino em favor da humanidade. Contemplando o relacionamento da Santíssima Trindade com a humanidade é possível compreender o amor divino que se manifesta em forma de ternura.

         A ternura, aliás, é uma conseqüência imediata do amor sincero; é uma maneira do amor se manifestar como segurança, não pela força, mas pelo acarinhamento, pela carícia que os amantes trocam entre si. A imagem eloqüente da segurança pela ternura é a família educando seus filhos não pelo medo ou pela força, mas pela paciência de quem não se cansa de mostrar o caminho do bem: coloca limites sem agredir e sem imposições. Valerá a pena, portanto, refletir sobre a Teologia da Ternura que tem sua fonte na Trindade e que irá se desdobrar em algumas celebrações do mês de Junho.

         Falando da ternura, em modo negativo, dizemos que a ternura não é violenta e nem ciumenta. Ao contrário, a ternura se manifesta como a maturidade do amor. Deus não é um ser ciumento, que se isola em uma transcendência distante, mas um amante que desce para passear entre nós em forma de “sapientia vitae” (sabedoria da vida ou discernimento); desce para brincar conosco (1a leitura), mostrar que a vida é menos pesada se iluminada pela sua sabedoria. Desce para dar atenção especial e acariciante à vida humana a ponto de nos deixar admirados e com uma pergunta: “o que é o homem para dele vos lembrardes? (salmo responsorial).

         Quando o amor atinge o grau de ternura ele se derrama, transborda no coração do outro e fazer crescer a confiança e a esperança, mesmo diante de qualquer forma de tribulação (2aleitura). A ternura é um jeito de amar de quem atingiu a maturidade porque não invade a vida do amante, sabe respeitar as diferenças e tem a capacidade de conhecer o outro na intimidade, à medida que um vai revelando-se ao outro sem imposições e sem ameaças. A ternura é um conhecimento que acontece de coração a coração (Evangelho), de vidas que se respeitam e permitem que cada uma viva de modo livre e, por isso, feliz.

         Eis o motivo de essa solenidade ser um grande louvor a Deus pelo modo como as Pessoas divinas desejam relacionar-se com cada ser humano. Reconhece que se trata de um relacionamento de ternura, manifestado em formas de carinho, de amor pela vida humana. Tudo que contemplamos na História da Salvação tem sua fonte na Trindade e se manifesta de modo terno, como carícia de Deus, que causa admiração ao homem e a mulher pelo modo de amar (salmo responsorial), derramando seu Espírito de amor em seus corações (2a leitura), fazendo conhecer sua sabedoria (1a leitura) e orientando-o na intimidade do coração (Evangelho). À Trindade Santa, que nos ama com sua ternura, a glória e o louvor pelos séculos dos séculos!

 

Cantando a Liturgia

 

 Cantar essa celebração é ajudar os celebrantes a assumirem a atitude de quem adora a Trindade Santa e reconhece que a bondade e, principalmente, a ternura de Deus, age em nosso favor.

Entrada: os ritos iniciais estão sendo propostos com a intenção de levar os celebrantes a dirigirem seus corações ao coração amoroso de Deus. É um início de celebração marcado, igualmente, pelo convite ao louvor, 

 “Vem, vem louvar, encher este lugar de glória” 
“Deus eterno a vós louvor” 
 “Entremos com grande alegria, na casa do Senhor” 
Aclamação ao Evangelho
 Aleluia e antífona do dia

 Ofertas: As sugestões de canções é para reconhecer e   a   Deus como fonte de amor, de paz,  e de todo bem que existe na criação e na vida humana.

 “Daqui, do meu lugar,, eu olho o teu altar”....
“Venho a ti, e sei que não estou mais sozinho.”.....
“Um coração para amar…..

 Comunhão: existe um caminho que tem início quando se abre o coração para acolher o amor de Deus (2a leitura) e a Verdade sussurrada pelo Espírito Santo no coração humano (Evangelho). Quem entra nesse caminho encontra-se com Deus e compreende o que significa sentir a ternura divina em si. 

  “Vem, eu mostrarei que o meu caminho te leva a o Pai” 
  “
Ó Trindade, vos louvamos...”  
  “Bendito seja Deus, Pai do Senhor Jesus Cristo.

 Envio:  Canto Mariano

 

 


SOLENIDADE DE PENTECOSTES

15.05.16

Recebei o Espírito Santo

 

LEITURAS

 1ª leitura: At 2,1-11 = Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar
Salmo Responsorial: Sl 103 = Enviai, Senhor, o vosso EspíritoCLIQUE AQUI
2ª leitura: Rm 8,8-17 = Se deixam conduzir pelo Espírito Santo são filhos de Deus
Evangelho: Jo 14,15-16.23b-26 = O Espírito Santo vos ensinará todas as coisas.CLIQUE AQUI

 

Cor litúrgica Vermelho

Na conclusão do Tempo Pascal, continuamos a reflexão na ótica da missionariedade na Igreja e na vida de cada discípulo de Jesus. Na Ascensão, a Igreja recebeu a missão de levar o Evangelho a todas as partes do mundo para elevar a dignidade da vida humana. Pentecostes proclama que a condição para isso acontecer é colocar o Espírito Santo no coração humano, pois o Espírito Santo tem a capacidade de fazer renascer, (salmo responsorial), dar um espírito novo, uma vida nova ao homem e mulher de nossos dias.

         A ação do Espírito Santo começa acontecer pela disposição de ser discípulo de Jesus. Quando o Espírito Santo pousa com seu fogo de amor, na vida de um cristão ele provoca uma renovação interior e o faz testemunha do projeto divino (1aleitura), como aconteceu com os apóstolos. É quando a pessoa assume a missão de evangelizar; de levar o Evangelho a outras pessoas. O missionário, portanto, é aquele discípulo de Jesus que foi invadido pelo amor divino e se tornou morada de Deus (Evangelho). O projeto divino que teve início na Encarnação – a exemplo de Maria que se fez morada do Deus altíssimo (Lc 1,30-32) – continua através da missão da Igreja e do discípulo de anunciar o Evangelho para fazer com que a vida divina renasçaneste mundo, que cada vez mais se distancia de Deus.

         Existem condições para o discípulo assumir a missão. Uma delas é o pleno conhecimento de Jesus e de sua mensagem salvadora, contida no Evangelho, e a pertença a Jesus” (2aleitura) ou, na expressão joanina, ainda mais profunda, tornar-se “morada de Deus” (Evangelho). São duas expressões – pertença e morada – que produzem um mesmo efeito: transformam o discípulo em missionário. Este é o modo como o Espírito de Deus o introduz no mesmo projeto divino, que tem o objetivo de fazerrenascer a vida plena[1] (salmo responsorial), lá onde a vida perdera brilho e sentido. Como fazer para que isso seja realidade?

         A 1a leitura fala de linguagens compreensíveis para todos os povos. Uma das primeiras atividades é a docilidade ao Espírito Santo para que ele inspire “linguagens” compreensíveis ao século XXI. O Evangelho (da missa A)[2], por exemplo, aponta para a promoção da paz como fruto da reconciliação e do perdão. É um empenho missionário que se torna linguagem compreensível para os dias atuais. Ou seja, a Igreja proclama o Evangelho trabalhando em favor da paz e da reconciliação. E assim acontece com as pastorais e com aquelas atividades que fazem a vida renascer. Como canta o Sl 103: “que a glória do Senhor perdure sempre e alegre o Senhor em suas obras” (salmo responsorial). Hoje, a glória de Deus se manifesta nas obras dos discípulos que testemunham o Evangelho com as mais variadas linguagens. As obras do Evangelho são línguas de fogo falando ao mundo com um forte questionamento em favor da vida. 

 

Cantando a Liturgia

 

Cantar Pentecostes é invocar a presença do Espírito Santo sobre a Igreja e sobre cada um dos celebrantes, para que a terra seja renovada. É louvar a Deus que realiza a plenitude da redenção, prometida em toda a História da Salvação. É Suplicar a graça de fazer da Igreja mensageira autêntica do Evangelho.

 

Entrada: são canções conhecidas para a celebração de Pentecostes, facilitando assim introduzir os celebrantes no mistério que será celebrado. Quanto mais alegre e festivo o modo de cantar, melhor

 “Vem, vem vem Espírito Santo, transforma a minha vida., quero renascer
“Estaremos aqui reunidos, como estavam em Jerusalém....”  
“Vem, Espírito de Deus”  

 Seqüência:  

 “Espírito de Deus, enviai dos céus, um raio de luz, um raio de luz..”  

 Aclamação ao Evangelho que está no Lecionário Dominical é feita como invocação ao Espírito Santo. Seria muito bom que fosse conservada, cantando um “aleluia” solene e de fácil participação da parte da assembléia e, salmodiando a antífona do Lecionário.  

 

Ofertas: o rito das oferendas demonstra a docilidade dos celebrantes às inspirações do Espírito Santo em suas vidas.

 “Ó Pai que pelo espírito, dais vida e santidade.....
 “Conheço um coração tão manso, puro e sereno....
 “Os dons que trago aqui, são os que fiz e o que vivi.”  

Comunhão: o rito de preparação à comunhão recorda que o discípulo e missionário do Evangelho é filho de Deus, vive a reconciliação na fraternidade e se alimenta do amor, da Palavra e da Eucaristia. Isso é fruto do Espírito Santo,    

“Senhor, vem dar-nos Sabedoria”  
 “Cantar a beleza da vida” 
 “O Espírito é luz que ilumina convoca e envia a igreja em missão

 

Envio:  Cristo quer fazer em mim. uma obra nova....


SOLENIDADE DA ASCENÇÃO DO SENHOR

 08/05/16

 Por entre aclamações Deus se elevou, ao toque da trombeta

 

LEITURAS
1ª leitura: At 1,1-11 = Jesus foi levado aos céus, à vista deles
Salmo Responsorial: Sl 46 = Por entre aclamações, Deus se elevou CLIQUE AQUI
2ª leitura: Hb 9,24-28; 10.19-23 = Cristo entrou no próprio céu (própria para o Ano C)
Evangelho: Lc 24,46-53 = Abençoava-os e foi elevado aos céus CLIQUE  AQUI

  

Cor litúrgica Branco

A exemplo do último Domingo (6ºDP), nessa celebração temos vários acontecimentos importantes que merecem ser lembrados, mas tendo o cuidado de não desfocar o seu centro: a realização do Mistério Pascal de Cristo na Ascensão, o envio dos discípulos e a promessa do Espírito Santo.

         O envio de Jesus é muito claro: os discípulos têm a missão de ir pelo mundo para dar testemunho do Evangelho (1aleitura e Evangelho). Recordando as celebrações do Tríduo Pascal, contextualizadas na ótica da fidelidade divina, na Ascensão, Jesus passa a mesma responsabilidade da fidelidade aos discípulos para que sejam testemunhas do Evangelho. A partir do momento que Jesus volta ao Pai, cabe aos apóstolos e discípulos testemunhar fielmente aquilo que viram e ouviram (1Jo 1,1), principalmente a mensagem da Boa Nova da ressurreição. O testemunho não pode ser dado de qualquer jeito. Necessita contar com a experiência existencial com Jesus e com o aval do Espírito Santo, a “força do alto” (Evangelho), para garantir a qualidade da mensagem evangelizadora. Eis, porque junto ao envio, Jesus promete que seriam mergulhados no Espírito de Deus (1a leitura e Evangelho). Partem em missão e realizam a missão com o mesmo Espírito que Jesus realizou sua missão no mundo.

         A missão evangelizadora, que hoje continua na e pela Igreja, mantém a mesma dinâmica da História da Salvação: a dinâmica do “descer e subir”. Deus desce para elevar a vida do homem e da mulher. Jesus é o Filho de Deus que desce de junto do Pai e volta ao Pai (Jo 16,28) depois de ter elevado e divinizado a humanidade (1Jo 1,2). O autor da carta aos Hebreus diz que Jesus desceu ao mundo para abrir um caminho através da cortina do templo (sua humanidade) para que o homem, elevado em dignidade de filho de Deus, pudesse ingressar e habitar no santuário celeste (2a leitura).

         Nesse contexto insere-se – e compreende-se bem – o projeto missionário da Igreja resultante do discipulado de Jesus. A Igreja e cada discípulo são enviados a “descer” ao mundo a fim de elevar a dignidade da vida. O primeiro movimento missionário, na realidade, é entrar na dinâmica da História da Salvação: a exemplo de Jesus, descer lá onde a vida humana perdeu sua dignidade para elevá-la à dignidade de morada de Deus (6ºDP – Jo 14,23). Esse é um processo que exige do missionário contemplar e entrar no horizonte da transcendência divina que adora Jesus como Deus (Evangelho), reconhece o senhorio e a realeza de Jesus (salmo responsorial), valoriza a vida humana porque Cristo “abriu um caminho novo e vivo” (2aleitura) e ajuda o homem e a mulher a reconhecer que o Evangelho é o caminho que eleva a dignidade da vida. A Ascensão coloca os discípulos na continuidade da missão de Jesus através da Igreja e do testemunho existencial em favor da dignidade da vida.

 

 

Cantando a Liturgia

 

Cantar essa celebração é voltar os olhos para o céu para contemplá-lo como nosso ponto de chegada (2a leitura), sem esquecer de colocar os pés na realidade do mundo para que a missão de Jesus continue através da Igreja e da vida de seus discípulos.

 

Entrada: é importante escolher uma canção que introduza os celebrantes na celebração do Mistério da Ascensão do Senhor,  ressaltando a volta de Jesus ao Pai. A canção (3) destaca o envio e a disponibilidade do discípulo para realizar a missão de testemunhar o Evangelho.  

 “O Senhor foi preparar, um lugar para nós no céu
O Senhor subiu aos céus, aleluia aleluia
 “Eis-me aqui, Senhor”  

 Aclamação ao Evangelho:  Aleluia e antífona do dia ou
“Aleluia alegria minha gente..aleluia aleluia.....

 Ofertas ;o sentido da procissão das ofertas é oferecer o esforço de testemunhar o Evangelho na comunidade pelas atividades pastorais e pelo trabalho missionário realizado na comunidade  ,Na  esperança de um mundo novo, fruto do testemunho cristão.  

  “Que mais eu posso te dar”  
  “Eu creio num mundo novo”  
 “Os grãos que formam espigas, se unem pra serem pão..

 Comunhão:A preparação para a comunhão enfatiza as últimas recomendações de Jesus, antes da Ascensão. As canções têm a ver com o testemunho que os discípulos de Jesus devem dar da Ressurreição, através do empenho missionário.  Como segunda opção , pode-se escolher entre a invocação ao Espírito Santo , a esperança escatológica (2a leitura) , ou um tema relacionado à unidade dos cristãos

  “Na comunhão recebemos, teu corpo e sangue Senhor
  “Vou cantar seu amor, ser no mundo um farol...
  “Vim de longe de outras terras, pelo espírito enviado
  “ Na mesa sagrada, se faz unidade.,..

 Envio:  Canto Mariano, ou Eis., que faço nova todas as coisas..


MISSA DO 6º DOMINGO DA PÁSCOA ANO C

01/05/2016

 Quem me ama realmente guardará minha palavra

 

LEITURAS

 

1ª leitura: At 15,1-2.22-29 = Não se deve impor nenhum fardo aos irmãos
Salmo Responsorial: Sl 66 = Que as nações vos glorifiquem, Senhor CLIQUE AQUI
2ª leitura: Ap 21,10-14.22-23 = Mostrou-me a cidade santa descendo do céu
Evangelho: Jo 14,23-29 = Se alguém me ama, guardará a minha Palavra CLIQUE AQUI

 

 Cor litúrgica Branco

 

Considerando que as características e os objetivos dessa celebração coincidem com a celebração do Domingo anterior (5DP), continuaremos a refletir o tema do discipulado cristão. Nessa celebração, a Liturgia da Palavra ressalta algumas características do discipulado cristão.

            As principais características estão relacionadas no Evangelho, destacando o início do discipulado através da acolhida da Palavra divina produzindo uma profunda e íntima amizade com Jesus (Evangelho). O discípulo se define e ganha personalidade à medida que deixa a Palavra divina agir nele, ou seja, permite crescer de tal forma o relacionamento com o Mestre, que ilumina sua vida pela Palavra, a ponto desta “ajeitar” seu coração para que Deus ali faça morada (Evangelho). A morada divina na vida é o ponto alto do discipulado cristão; o momento no qual Deus deixa a transcendência para falar e ser ouvido no silêncio do coração.

            Disto nasce uma manifestação especial na vida do discípulo: a serenidade. À medida que Deus vai estabelecendo morada na vida do discípulo, cresce nele a serenidade e, como pede Jesus, não haverá motivo para perturbação (Evangelho). Ele entra na dimensão da grande paz deixada e dada por Jesus:“deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; mas não a dou como o mundo” (Evangelho). A paz de Jesus oferece condições de viver confiando plenamente em Deus. Não é como a paz do mundo que precisa de garantias para não conflitar; a paz de Cristo é a bênção divina agindo na vida do discípulo. É a bênção de Deus resplandecendo na vida do discípulo (salmo responsorial).

            A paz, vivenciada na serenidade e na confiança em Deus, ajuda o discípulo a enfrentar de modo sereno e transparente os conflitos que, naturalmente, aparecem no convívio de todos os grupos sociais, Igreja inclusive (1a leitura). Diante daqueles que impõem fardos à comunidade, o discípulo procura o discernimento da Igreja que, com a assistência do Espírito Santo, conduz o discípulo à liberdade do Evangelho (1aleitura). O discípulo não se apavora diante de conflitos; enfrenta-os de modo transparente, sereno e buscando o bem de todos, na comunidade (1a leitura). É progredindo no caminho do discipulado que o discípulo vive e alimenta sua esperança de habitar e ser iluminado eternamente com a luz da glória de Deus (2a leitura).

 

 

Cantando a Liturgia

 

Cantar essa celebração é cantar a alegria do amor e a presença da Palavra de Deus que são capazes de nos tornar morada do Deus altíssimo. Isso desperta um jeito respeitoso e solene de demonstrar a força espiritual que move o discípulo de Jesus Cristo no seu agir e no seu projeto existencial

 

Entrada: continuamos Celebrando o tempo pascal, e a proposta deste domingo é o canto da libertação que recebemos pela ressurreição de Jesus.

 “Cristo ressuscitou, aleluia”    
“ Novo sol brilhou, a vida  superou
 “Por sua morte a morte viu o fim

 Aclamação ao Evangelho:  Aleluia e antífona do dia ou

“Aleluia alegria minha gente..aleluia aleluia.....

 

Ofertas: : a vida do discípulo, sua perseverança e sua esperança são colocadas no altar do Senhor, juntamente com as oferendas. Na esperança de um tempo novo e de uma sociedade fundada e marcada pelo amor cristão.

  “Bendito sejas, rei da glória
 “Eu creio num mundo novo, pois Cristo ressuscitou
 “Em procissão, vão o pão e o vinho.....

 Comunhão: Sugestão para canções que cantem a fraternidade na vida de quem se alimenta do pão e do vinho eucaristizados para ajudar os celebrantes a compreender o compromisso de testemunhar o discipulado cristão.

“Na mesa sagrada se faz unidade”.”   
“Antes da morte e ressurreição do Senhor”  
“O Senhor nos tem amado, como nunca alguém amou...

 Envio:  Canto Mariano, ou Eis., que faço nova todas as coisas..

 


MISSA DO 5º DOMINGO DA PÁSCOA ANO C

24.04.16

Eu vos dou um novo mandamento. Amai-vos uns aos outros como eu vos tenho amado

 

 LEITURAS
1ª leitura: At 14,21b-27 = Contaram à comunidade o que Deus fizera por meio deles
Salmo Responsorial: Sl 144 = Bendirei o vosso nome, ó meu Deus! CLIQUE AQUI
2ª leitura: Ap 21,1-5a = Deus enxugará toda lágrima de seus olhos
Evangelho: Jo 13, 31-33.34-35 = Um mandamento novo: “Amai-vos uns aos outros” CLIQUE AQUI

 

Cor litúrgica Branco

 

          “nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros” (Evangelho). O discípulo de Jesus, portanto, tem uma distinção: o modo de viver e de estar na sociedade acontece pelo amor fraterno. Ele é alguém que respeita e trata a todos como irmãos e irmãs. No contexto de uma sociedade cada vez mais individualizada, o testemunho evangelizador do amor fraterno é um desafio e uma urgência.

         O modo de expressar o amor fraterno, no contexto das leituras, tem algumas peculiaridades. É, em primeiro lugar, um amor que tem o jeito (a marca) de Jesus amar, quer dizer, mantendo fidelidade ao projeto do Pai,  e oferecendo a vida pelo bem da vida humana e pelo bem do irmão e da irmã que lhe está próximo. Tem a característica de ser “amor uns aos outros”(Evangelho); ou seja, o discípulo não elege o outro como objeto do seu amor, mas vive num contexto de amor, dentro de uma comunidade de discípulos, na qual todos se amam. Esse é o grande testemunho evangelizador do cristão de todos os tempos, que deveria causar grande admiração (cf. At 2,47) e mostrar o caminho para novas formas de relacionamentos sociais. O Sl 144 canta alguns atributos divinos que caracterizam o amor fraterno, contido no “como Jesus nos amou”: misericórdia (Jo 8,1-11), piedade (Mt 9,36), bom para com todos (At 10,38), ternura (Mt 19,13-15) (salmo responsorial). Quando  essas características se manifestam no relacionamento com os outros, todos saberão se tratar de um discípulo de Jesus (Evangelho).

         Outra qualidade do discipulado de Jesus está na 1aleitura: a perseverança. Mesmo que a sociedade não lhe seja favorável – como refletimos no Domingo de Ramos – o discípulo permanece firme na fé que recebeu e acolheu no Batismo (1aleitura). A perseverança é um dado essencial para que o discípulo dê testemunho do Evangelho ao mundo de hoje e, como lembra Paulo, ela não nos livra do sofrimento, e do enfrentamento das tentações[1] para abandonar o projeto divino e a mentalidade do Evangelho, mas mantém o discípulo firme na fé e nos princípios do Evangelho.

         Por fim, a esperança. É uma característica que se apresenta de modo ativo. João fala que o “mar” desapareceu na vitória de Jesus (2a leitura). Mar é o local simbólico de onde “habitavam” os monstros agressores da vida humana. O discípulo espera participar com Jesus, o Bom Pastor das pastagens eternas. É ouvindo a voz de Jesus[2] que ele caminha nas estradas do mundo impulsionado pelo amor fraterno para enxugar toda lágrima e não permitir que a violência da morte domine o mundo (2a leitura). Ele espera, com a confiança da fé, que participará de um novo tempo porque o amor fraterno (Evangelho) é capaz de fazer novas todas as coisas (2a leitura).

 Cantando a Liturgia

 É uma celebração que canta o amor como modo de viver e o jeito fraterno de amar como distintivo do discípulo cristão. Afinar a vida da comunidade pelo amor fraterno é entrar no compasso daquele que faz novas todas as coisas.

 Entrada: Celebrando o tempo pascal,continuamos a proporcanções pascais, afinal a Páscoa de Jesus é para todos nós o motivo de fé, de esperança e o estímulo para que sigamos os seus mandamentos. O amor fraterno a todos os irmãos.

  “Cristo ressuscitou, aleluia”    
 “ Novo sol brilhou, a vida  superou
 “Deus é paz., Deus é amor, Deus é a esperança pra quem nele crê

 Aclamação ao Evangelho:  Aleluia e antífona do dia ou

“Aleluia alegria minha gente..aleluia aleluia.....

 Ofertas: : a vida do discípulo, sua perseverança e sua esperança são colocadas no altar do Senhor, juntamente com as oferendas. Na esperança de um tempo novo e de uma sociedade fundada e marcada pelo amor cristão.

 “Bendito sejas, rei da glória
“Eu creio num mundo novo, pois Cristo ressuscitou
 “Em procissão, vão o pão e o vinho.....

 Comunhão: Sugestão para canções que cantem a fraternidade na vida de quem se alimenta do pão e do vinho eucaristizados para ajudar os celebrantes a compreender o compromisso de testemunhar o discipulado cristão.

“Na mesa sagrada se faz unidade”.”   
“Antes da morte e ressurreição do Senhor”  
“O Senhor nos tem amado, como nunca alguém amou...

 

Envio:  Canto Mariano, ou Eis., que faço nova todas as coisas..


MISSA DO 4º DOMINGO DA PÁSCOA ANO C

17.04.16

Eu Conheço minhas ovelhas, e elas me conhecem

 LEITURAS

 

1ª leitura: At 13,14.43-52 = Eis que nos voltamos para os pagãos.
Salmo Responsorial: Sl 99 = Sabei que o Senhor, só Ele é Deus CLIQUE AQUI
2ª leitura: Ap 7,9.14b-17 = O Cordeiro os conduzirá às fontes de água viva
Evangelho: Jo 10,27-30 = Eu dou a vida eterna para minhas ovelhas CLIQUE AQUI

 

Cor litúrgica Branco

 

            O tema do seguimento de Jesus continua depois da ressurreição de Jesus. A primeira condição para se tornar discípulo de Jesus é a fé (2o Domingo da Páscoa); a segunda condição é estar na Igreja e dela participar como compromisso batismal (3o Domingo da Páscoa). Agora, nessa celebração do 4o Domingo da Páscoa, o tema do seguimento assume um papel central, simbolizado no Bom Pastor (Evangelho). Quem quiser participar da vida plena que vem da ressurreição precisa seguir Jesus, ouvir sua voz que continua falando pelo Evangelho.

            O Evangelho aparece como foco central dessa celebração em duas dimensões. A primeira delas, do ponto de vista positivo, é quando ele se mostra como “luz das nações”, tanto em Jesus Cristo como pela voz dos apóstolos (1a leitura). Acolher o Evangelho é assumir o projeto de Jesus, entrar no rebanho de Jesus, fazer parte daqueles que ouvem e conhecem a voz do Senhor, o Bom Pastor (Evangelho). Ouvindo o Evangelho, o discípulo conhece cada vez mais o Pastor. Conhecer, na linguagem joanina, significa pertencer (ao rebanho), ou então, participar, ter parte na vida divina que a ressurreição de Jesus oferece. Quem conhece o Evangelho participa da vida divina e entra – faz parte – do rebanho do Senhor (Evangelho). Isso é uma exigência, uma condição para se considerar cristão e entrar no discipulado de Cristo. Não existe seguimento de Jesus pela simpatia ou pela emoção, mas pelo conhecimento do Evangelho, a voz de Jesus que continua falando em nossos dias.

            O segundo elemento da participação na ressurreição, por ouvir e seguir a voz do Pastor (Evangelho) tem a característica da admoestação, como aliás, vem acontecendo nesse período do Tempo Pascal. As leituras chamam atenção dos discípulos (admoestam) que o Evangelho causa alvoroço na comunidade onde é acolhido. Desinstala a comunidade, como aconteceu em Antioquia, depois da pregação de Paulo (1a leitura). O sucesso da evangelização é verificado pela mexida na comunidade e pela alegria no Espírito Santo, da parte daqueles que acolhem o Evangelho (1a leitura).

            A maior conseqüência do seguimento do Bom Pastor está na vitória daqueles que deram a vida pelo Evangelho (2aleitura). O profeta de Patmos diz que os seguidores do Bom Pastor resistiram ao mundo e permaneceram fiéis à voz do Pastor, por isso estão vestidos de branco, de pé, e participando da Liturgia divina (2a leitura). Participação que é plena e feliz, prêmio eterno e merecido por reconhecer que a bondade divina perdura para sempre (salmo responsorial) e continua conduzindo o seu povo com a ternura de um Bom Pastor (Evangelho).

 

Cantando a Liturgia

 A Liturgia canta a ressurreição de Jesus Cristo proclamada no anúncio do Evangelho. É uma canção de ação de graças pela voz do pastor, que conduz seu rebanho às pastagens eternas e à vida plena.

 

Entrada: o primeiro momento da celebração poderá ser marcado pelo anúncio que o Evangelho é a voz do Bom Pastor que continua falando na história de nossos dias. A canção (1) é a mais indicada para iniciar a celebração. as demais canções  cantam presença de Cristo Ressuscitado na Igreja.

“O Senhor é meu pastor, nada me pode faltar
“Cristo ressuscitou, aleluia”  
“ Novo sol brilhou, a vida  superou

 Aclamação ao Evangelho:  Aleluia e antífona do dia ou

“Aleluia alegria minha gente..aleluia aleluia.....

 Ofertas: : Todas as canções sugeridas são apropriadas para acompanhar o rito das ofertas, mas nossa preferência é pela canção (1). pelo tema relacionado ao Evangelho.

  Sou bom pastor, ovelhas guardarei
 “Bendito sejas, rei da glória
 “Eu creio num mundo novo, pois Cristo ressuscitou

 
Comunhão: Também no canto de comunhão o tema do Bom pastor deve inspirar nossas canções para acompanhar a procissão dos fiéis como ovelhas que vão ao encontro do Senhor buscar a proteção e abrigo pela eucaristia. Também o tema da ressurreição mostra o amor de Jesus para com todas elas.

 Pelos prados e Campinas, verdejantes eu vou...”   
“Antes da morte e ressurreição do Senhor”  
“Na comunhão recebemos, teu corpo e sangue Senhor..

 

Envio:  Canto Mariano, ou Eis., que faço nova todas as coisas..


MISSA DO 3º DOMINGO DA PÁSCOA ANO C

10.04.16

 Jesus distribuiu o pão

 

 

LEITURAS

 

1ª leitura: At 5,27b –32.40b-41 = Disso somos testemunhas, nós e o Espírito Santo
Salmo Responsorial: Sl 29 = Eu vos exalto, ó Senhor, porque vós me livrastes CLIQUE AQUI
2ª leitura: Ap 5,11-14 = O Cordeiro imolado é digno de receber o poder e a riqueza
Evangelho: Jo 21,1-19 = Jesus aproximou-se, tomou o pão e distribuiu CLIQUE AQUI

 

Cor litúrgica Branco

 A ressurreição de Jesus ocupa o centro da vida cristã, a ponto de ser o início de uma vida nova e plena, como celebramos no Domingo da Páscoa. O modo como entramos no mistério da ressurreição é pela fé (2o Domingo da Páscoa), vivida e nutrida na Igreja, como refletiremos nesse 3oDomingo da Páscoa. As leituras dessa celebração dão destaque à Igreja, o local onde alimentamos a vida cristã e a fé na ressurreição do Senhor.

         A Igreja é, em primeiro lugar, a assembléia dos renascidos pelo Batismo e que, por causa da fé, seus membros vivem como discípulos ao redor do ressuscitado a quem reconhecem, com respeito e adoração, no Cordeiro Imolado (2a leitura). Não existe Igreja sem referência ao ressuscitado e sem a proclamação da vitória de Jesus Cristo pela sua ressurreição. A contemplação e o louvor ao Cordeiro Imolado e vitorioso são modos com os quais a Igreja se alimenta da vida nova pela adoração e pela contemplação (2aleitura). Antes de se lançar ao mar para pescar (Evangelho), a Igreja contempla o mistério da vida plena que passa pela Cruz e pela ressurreição.

         Outro elemento importante da Igreja, que nasce da ressurreição do Senhor, é o mandato de Jesus que aparece na manhã – símbolo da intervenção salvadora de Deus – enviando os discípulos a pescar (Evangelho). Quando Pedro se decidiu a pescar, durante a noite, a pescaria foi um fracasso. Quando Jesus pede para lançar a rede do outro lado, pela manhã, o resultado é fantástico: 153 peixes e uma rede que não se rompe (Evangelho). A esse elemento do mandato missionário, que nos faz lembrar Caná – “façam tudo o que ele vos mandar” (Jo 2,5) – o resultado do trabalho é festejado pelo convite de Jesus: “vinde comer” (Evangelho), numa clara alusão à Eucaristia, festa da Igreja que se encontra com o ressuscitado.

         Por fim, um terceiro elemento é o testemunho da Igreja, em todas as circunstâncias. É a atividade pastoral da Igreja que se fundamenta na obediência a Deus, mesmo sendo ameaçada e perseguida na sociedade; mesmo em situações adversas, o testemunho precisa ser dado na alegria e de modo corajoso (1a leitura). Testemunho que tenha a base no amor, três vezes confirmado por Pedro, e que determina o proceder da Igreja, que age pastoralmente por amor (Evangelho). Um testemunho a ser dado de modo confiante, pois Deus, que é o doador da vida nova pela ressurreição de Jesus, está sempre por perto para nos livrar de nossos medos e das ameaças de morte (salmo responsorial).

         Três palavras resumem a reflexão que prepara essa celebração do 3o Domingo da Páscoa, enfocada no tema “Igreja”: contemplação (oração), testemunho (pastoral) e esperança (escatologia). Somos uma Igreja que reza, testemunha e espera participar da vida eterna.

 

Cantando a Liturgia

 

Continuar com o mesmo tom alegre da Páscoa, que proclama a vida plena, oferecida por Jesus Cristo. Canções que ajudem os celebrantes a manifestar seu louvor e adoração ao Cordeiro imolado que vive e está sempre presente na Igreja.

 

Entrada:Na Abertura o nosso convite  para que a assembléia se una  à liturgia celeste cantando os frutos da ressurreição de  Jesus na vida de todos nós. Estamos reunidos para renovar a nossa fé..

 “Deus é paz, Deus é amor, Deus é a esperança pra quem nele crê
 “Cristo ressuscitou, aleluia”   
 “ O Senhor ressurgiu....

 Aclamação ao Evangelho:  Aleluia e antífona do dia ou
“Aleluia alegria minha gente..aleluia aleluai.....

 

Ofertas: o sentido da procissão das ofertas é levar ao altar o resultado da “pescaria pastoral”, realizada pelo mandamento do Senhor. As canções devem ajudar  a realizar essa dimensão ofertorial em busca de um mundo novo.

 Bendito sejas, rei da glória
 “Em procissão vão o pão e o vinho”  
“Eu creio num mundo novo, pois Cristo ressuscitou

 

 

Comunhão: no contexto celebrativo, a Igreja é alimentada por Cristo, que a acolhe na praia de tantas realidades existências e sociais, oferecendo como alimento aquilo que a “pescaria pastoral” realizou, como fizeram os apóstolos, que levaram a Jesus alguns peixes que pescaram. É o resultado da atividade pastoral em forma de alimento, transformado em vida plena para todas a.

 “Cristo, nossa Páscoa, foi imolado”   
“Antes da morte e ressurreição do Senhor”  
“Na comunhão recebemos teu corpo e sangue Senhor....

 

Envio:  Canto Mariano, ou Eis., que faço nova todas as coisas..



MISSA DO 2º DOMINGO DA PÁSCOA ANO C

 03.04.16

Bem aventurado os que creram sem terem visto

 

 LEITURAS

1ª leitura: At 5,12-16 = Multidões de homens e mulheres aderiam ao Senhor pela fé
Salmo Responsorial: Sl 117 - Dai graças porque ele é bom     CLIQUE AQUI
2ª leitura: Ap 1,9-11.12-13.17-19 = Estive morto, mas agora estou vivo para sempre
Evangelho: Jo 20,10-31 – Não sejas incrédulo, mas fiel CLIQUE AQUI

 

 O 2o Domingo da Páscoa narra o episódio de Tomé e coloca a fé como condição indispensável para crer e participar da ressurreição de Jesus Cristo (Evangelho). As leituras, em seu conjunto, apresentam três dimensões da fé na ressurreição, cantada como a grande maravilha e a vitória de Deus (salmo responsorial). É da salvação e da vitória divina que o homem e a mulher são chamados a participar através da fé.

         A primeira dimensão da fé, que denominamos de primária, exige provas pelos sentidos: ver e tocar para crer (Evangelho). É a fé de quem não consegue crer sem provas, limitando a pessoa ao exterior, impossibilitando-a de ir para além daquilo que é material, exigindo comprovação, seja pela visão seja pela compreensão intelectual. É importante ressaltar que essa dimensão primária da fé teve sua importância para afirmar que a ressurreição de Jesus não foi um mero sentimento espiritual, mas algo que aconteceu corporalmente em Jesus, e nele se tornou palpável e visível (Evangelho).

         A segunda dimensão é a fé que crê na força e no poder de Deus, que age de modo extraordinário para afastar doenças e maldades. É a fé que busca o milagre (1a leitura) para resolver problemas pessoais, encanta-se com o maravilhoso e atrai pelo espetacular. É uma fé utilitarista, movida pela necessidade de ajuda (o que não é negativo), mas pode estar desprovida de uma opção fundamental.  Não deixa de ser, igualmente, fé primária, muito presente no passado e nos dias atuais.

         Por fim, a terceira dimensão da fé entra na esfera da experiência de Deus através da oração, da reflexão da Palavra, até alcançar o grau contemplativo (2a leitura). Refletimos sobre isso, no 2o Domingo da Quaresma (Transfiguração do Senhor) e dizíamos que, infelizmente, essa experiência da fé pela contemplação é para poucos e nem todos, possivelmente, estejamos entre os poucos que alcançam tamanha profundidade na fé. Mesmo assim, é importante apresentar essa dimensão que é fruto de uma opção de vida radical pelo Evangelho e um desafio constante no discipulado cristão.

         Em cada uma das três dimensões, independente de ser primária ou profundamente contemplativa, está o convite de Jesus: “não sejas incrédulo, mas fiel” (Evangelho). Embora as duas primeiras dimensões tenham a sua importância, o discípulo de Cristo não pode contentar-se na primariedade da fé, pois a fé exige o crescimento de quem se alimenta na alegria de ver o Senhor (Evangelho), de encontrar-se com o Vivente, sempre presente na vida de seus discípulos (2aleitura). A fé não tem ponto ideal. Cultiva-se a fé constantemente com a profunda convicção que Jesus, o ressuscitado, realiza maravilhas na vida de quem nele acredita mesmo sem ver (1a leitura e Evangelho), sem as exigências do tocar, do ver, do compreender e sem a busca do extraordinário.

 

CANTANDO A LITURGIA

À alegria da ressurreição é acrescentada também a alegria pela palavra de Jesus que chama os celebrantes de felizes por crer sem terem visto. Cantamos, nessa Eucaristia, a alegria da Ressurreição do Senhor e a felicidade da fé que não desafia Deus com provas sensíveis.

Entrada: Tempo pascal, a alegria da ressurreição deve ser o tema de nossas canções . Pela morte de Jesus decretou-se o fim da morte , o Senhor ressurgiu, e fez a vida ressurgir

“Cristo ressuscitou, aleluia”  
“Por sua morte, a morte viu o fim
 “O Senhor ressurgiu, aleluia aleluia

Aclamação ao Evangelho: o incentivo vai no sentido de cantar a bem-aventurança que se encontra na antífona aclamatória, presente no Lecionário

ou

 Aleluia! Alegria, minha gente”  

Ofertas: O cântico das ofertas também deve expressar a alegria,e no rito, alegria da maior doação que se fez por amor. a vida de Cristo

 “Bendito sejas, rei da glória”  
“Em procissão vão o pão e o vinho”  
“creio num mundo novo, pois Cristo ressuscitou

 Comunhão: decorrente do contexto celebrativo proposto, há uma exigência de compromisso de fé em quem irá participar dessa celebração. Por isso, as canções cantarão a ressurreição de Jesus unido ao projeto de viver o Evangelho, na fé sem exigir provas sensíveis.  

 “Cristo, nossa Páscoa, foi imolado”  
 “Antes da morte e ressurreição do Senhor”  

 “Na comunhão recebemos, teu corpo e sangue Senhor

 Envio- Canto Mariano, ou ‘Eis, que faço nova todas as coisas....

 
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