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LITURGIA - Liturgia dominical

MISSA DO IV  DOMINGO DA PÁSCOA ANO B

26/04/2015

Eu sou o Bom pastor

LEITURAS

1ª leitura: At 4,8-12 = Em nenhum outro há salvação
Salmo Responsorial: Sl 117 = A pedra que os pedreiros rejeitaram CLIQUE AQUI
2ª leitura: 1Jo 3,1-2 = Veremos a Deus tal como ele é
Evangelho: Jo 10,11-18 = O bom pastor dá a vida por suas ovelhas CLIQUE AQUI

 

 

COR LITURGICA BRANCO

Depois de considerar a Ressurreição de Jesus como a obra divina por excelência, por proporcionar a possibilidade de vivermos na plenitude da vida divina, entramos em outro espaço reflexivo do Tempo Pascal: como passar da possibilidade para a realidade de construir a vida pessoal em Deus e caminhar nos caminhos da vida. Neste 4º Domingo da Páscoa, o chamado “Domingo do Bom Pastor” (Evangelho), a Liturgia mostrará a importância de a vida pessoal ter um fundamento sólido e uma orientação segura por onde caminhar como filhos e filhas de Deus (2ª leitura).

         Cada vez mais convivemos com pessoas que perderam o sentido da vida e que vivem sem nenhuma perspectiva ou esperança. Fenômeno que se torna mais visível em tempo de crise, porque as crises têm a capacidade de evidenciar o fundamento e o sentido que cada um escolheu para a própria vida. Naquele que vive por viver, sem uma meta existencial, sem um fundamento sólido onde se apoiar, emerge a falta de expectativa, com o sério risco de entrar em desespero. Viver assim é viver perdido, sem rumo, sem base, dando atenção a vozes que não levam a lugar algum. Pedro, depois de curar um paralítico em nome de Jesus ressuscitado (1ª leitura), ensina com seu gesto que ninguém nasceu para viver paralisado, mas para caminhar onde a vida é plena e fecundada pelo amor paterno de Deus, que nos acolhe como filhos e filhas (2ª leitura).

         Aquele paralítico curado por Pedro (1ª leitura) é portador de uma mensagem de fé para este tempo de crise, especialmente àqueles que vivem sem um sólido fundamento na vida pessoal, para aqueles que vivem paralisados em projetos incapazes de dar sentido ao viver. A mensagem é esta: ele teve a ousadia de pedir para andar contra todas as esperanças e possibilidades de um paralítico voltar a andar; ele creu e por crer, alcançou a graça de caminhar (1ª leitura). Com a ajuda de Pedro, ele encontrou em Jesus o fundamento, a pedra angular que os construtores rejeitaram (1ª leitura e salmo responsorial), onde reconstruir a vida. Pedro ofereceu ao paralitico a possibilidade de caminhar em nome de Jesus ressuscitado, a fonte da vida; aquele que dá a vida plena (Evangelho). Aquele que é capaz de refazer a vida de qualquer pessoa, mesmo se impedida por tantas paralisias existenciais.

         Também o tema vocacional, neste Domingo dedicado a rezar pelas vocações na Igreja, encontra uma inspiração muito oportuna para entender que toda vocação pastoral nasce somente em quem ama a vida e, por amar a vida, é capaz de doá-la, como o Bom Pastor (Evangelho). A origem da vocação pastoral, em quem se dispõe a dedicar sua vida trabalhando na difusão do Evangelho, tem no amor à vida sua principal inspiração e vitalidade. Este torna-se aquele vocacionado para ser pastor (não um mercenário que usa o Evangelho e a Igreja para lucrar). Aquele vocacionado capaz de dedicar-se, doar-se e partilhar gratuitamente a riqueza da vida com tantas pessoas que vivem paralisadas (1ª leitura). Aquele vocacionado que assume a mesma personalidade e postura do Bom Pastor, tudo fazendo para que a vida plena alimente seu rebanho (Evangelho).

 

 

CANTANDO A LITURGIA

 

O convite dessa celebração é para cantar o amor e a dedicação que Deus tem pela vida, simbolizada na figura do Bom Pastor, aquele que dá a vida pelas ovelhas. Por isso, esta celebração irá cantar a alegria de ter em Cristo ressuscitado o único fundamento existencial e a voz que guia seu povo nos caminhos da vida.

 

Entrada: acompanhar a procissão inicial cantando a vida oferecida com amor por Deus para toda a humanidade, por isso o aleluia da ressurreição:Outro modo de iniciar a celebração é ver na procissão de entrada o caminho da Igreja que segue a voz do Bom Pastor.

“O Senhor é minha luz, ele é minha salvação....
 “Cristo ressuscitou, aleluia” 
“Novo sol brilhou, a vida superou

 

Aclamação ao Evangelho:  
 Aleluia e antífona do dia ou  “Aleluia! Alegria, minha gente”  

 

Ofertas: o rito processional que leva as ofertas ao altar, poderá ser acompanhado cantando o Sl 22 (o salmo do Bom Pastor para  ajudar os celebrantes a perceber que é o Bom Pastor que conduz os celebrantes tanto no gesto ritual de ofertar, como no gesto vivencial de partilhar a vida.

“Sou Bom Pastor, ovelhas guardarei...
“Bendito sejas, rei da glória”  
“Eu creio num mundo novo, pois Cristo ressuscitou

 

Comunhão:  A canção para acompanhar os celebrantes à mesa de comunhão podem além de exaltar a ressurreição de Cristo, dar alusão ao  grande amor de Deus por cada um de nós., como prova de amor.,  que só o bom pastor pode dar por suas ovelhas.

O Senhor é meu pastor, nada me pode faltar...
Prova de amor maior não há
Antes da morte, e ressurreição de Jesus....

 

 

ENVIO: Eis que faço nova todas as coisas....

 



MISSA DO II  DOMINGO DA PÁSCOA ANO B

12/04/2015

Os discípulos se alegraram por ver o Senhor

LEITURAS

1ª leitura: At 4,32-35 = Um só coração e uma só alma
Salmo Responsorial: Sl 117 = Dai graças ao Senhor porque ele é bom CLIQUE AQUI
2ª leitura: 1Jo 5,1-6 = Todo aquele que nasceu de Deus vence o mundo
Evangelho: Jo 20,19-31 = Oito dias depois, Jesus entrou  CLIQUE AQUI

 

COR LITURGICA BRANCO

 

         No Domingo da Páscoa refletíamos a Ressurreição de Jesus como a plenitude da “obra divina”. Nem mesmo a criação, considerada uma grande obra divina, se compara à grandeza e esplendor da Ressurreição de Jesus. A preparação da celebração deste 2º Domingo da Páscoa retoma o tema da “obra divina” da Ressurreição de Jesus, destacando aqueles elementos e as condições necessárias para que a “obra divina” realize-se e produza frutos entre nós. O fundamento está na fé, compreendida na dimensão da fidelidade, quando Jesus diz a Tomé: “não sejas incrédulo, mas fiel” (Evangelho). Não basta crer, no sentido de acreditar, é preciso ser fiel ao que cremos, ser fiel a Jesus e ao projeto da “obra divina”.

         João conclui o Evangelho esclarecendo o objetivo da “obra divina” e quais desdobramentos existenciais acontecem a partir da Ressurreição de Jesus: crer que Jesus é o Filho de Deus e, “para que, crendo, tenhais a vida em seu nome” (Evangelho). Assim entendemos que Jesus aparece aos discípulos e os envia, soprando sobre eles o dom do Espírito Santo (Evangelho) para que anunciem o Evangelho — evangelização — não com a finalidade de proselitismo, mas, fundamentados no amor misericordioso, em favor da vida humana (2ª leitura e salmo responsorial) ou, como ensinou na Quinta-feira Santa, como serviço em favor da vida plena para a humanidade. Voltando à dimensão da fé, esta torna-se autêntica na fidelidade ao projeto evangelizador: que todos tenham a vida em Cristo (Evangelho).

         O envio dos discípulos para dar continuidade à “obra divina” configura-se às mesmas características do envio que Jesus recebeu do Pai. Assim como Jesus foi enviado pelo Pai, assim ele envia os discípulos fortalecidos pelo dom do Espírito Santo (Evangelho). João esclarece que Jesus realiza sua missão na força do Espírito Santo quando diz que ele “veio pela água e pelo sangue” (2ª leitura). Água, no Evangelho de João, significa Espírito Santo  e, sangue, significa vida. E João completa a explicação: “mas com a água e com o sangue”, veio com a vida e o Espírito de Deus (2ª leitura); a Vida e o Espírito que foram doados a nós em plenitude, na Cruz (cf. Jo 19,34). A finalidade evangelizadora, portanto, não tem preocupação numérica, mas existencial: para que na Ressurreição de Jesus, a “obra divina” por excelência, todos vivam iluminados pelo Espírito de Deus.

         Dentre as atividades que vêm da “obra divina”, a primeira delas é desvencilhar-se do medo que prende os discípulos em locais fechados e incomunicáveis, como viviam os apóstolos, depois da Ressurreição de Jesus (Evangelho). Outra atividade é atuar como agente reconciliador e promotor do perdão na comunidade (Evangelho) em vista de promover comunidades fraternas (1ª leitura), onde não existam sinais de morte, marcados por necessidades que ferem a vida, pois todos são fraternalmente acolhidos pela partilha dos bens e da vida (1ª leitura). A “obra divina” edificada na Ressurreição de Jesus, torna-se eclesial (e pessoal) se for construída em Cristo, pedra fundamental rejeitada pelo mundo, mas escolhida por Deus (salmo responsorial).

 

CANTANDO A LITURGIA

 

Os celebrantes cantam essa celebração fazendo memória da infinita misericórdia divina que realizou sua obra, na Ressurreição de Jesus, para que toda a humanidade tivesse vida em abundância.

 

Entrada: abrir a celebração com uma canção que reflita a alegria pelo encontro com o Senhor, a exemplo do que lemos no Evangelho. As canções do tempo da páscoa nos remete à este aleluia.

  “Cristo ressuscitou, aleluia”  

  “Por sua morte, a morte viu o fim”  

  “Novo sol brilhou, a vida superou

 

Aclamação ao Evangelho: O fundamento da fé não está no ver e em exigências de provas, mas naquilo que conhecemos de Deus. Quem não conhece Deus é incapaz de crer.  

 Aleluia e antífona do dia ou  “Aleluia! Alegria, minha gente”  

 

Ofertas: A Alegria do tempo pascal também se faz presente na procissão para oferecimento da vida ao ressuscitado. Tudo o que somos seja pra ti ó Senhor por cremos em sua ressurreição

 “Bendito sejas, rei da glória”  
 
“Em procissão vão o pão e o vinho”
“Eu creio num mundo novo, pois Cristo ressuscitou

 

Comunhão: o percurso até a Mesa Eucarística valoriza a bem-aventurança da fidelidade à “obra divina” daquele que crê sem ver. Outro modo de valorizar o rito da comunhão é pela dimensão comunitária, proclamada na 1ª leitura.  

“O pão da vida, a comunhão, nos une a Cristo e aos irmãos”  
“Antes da morte e ressurreição do Senhor”  
“Na comunhão recebemos, teu corpo e sangue Senhor...

 

ENVIO: Eis que faço nova todas as coisas....

 
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