Home
Nossa História
Padroeiro
Oração de São Sebastião
Nossos Bispos
Nossos Padres
Comunidades
Secretaria
Atendimento dos Padres
Horário de Missas na Matriz e comunidades
Horário do expediente paroquial
Marcação de Batismo
Marcação de Casamento
Pastorais
Movimentos
Organização (Cáritas)
Associação (Vicentinos)
Calendário da Paróquia
Novembro 2014
Dezembro 2014
Serviços
Liturgia Diária
Casa Nossa Senhora de Guadalupe
Estudos
Sacramentos
Dons e Frutos do Espírito Santo
Terços
Formações
LITURGIA
Orações
Catequese - Artigos e Informações
Vídeos
Vídeos
Notícias
Diversos
Eventos
Formação
Noticias de nossa Diocese
Notícias do Papa
Novena do Padroeiro
Pastorais
Quaresma
Semana Santa
Social
Videos
Diversos
Homilia
Solenidades
Matérias
diversos
Mês do Dízimo 2008
Agenda
Artigos & Novidades
Links
Downloads
Artigos
Galeria de Fotos
Envie Seu Currículo
Fale Conosco
 
LITURGIA - Liturgia dominical

1º Domingo do advento

 

30/11/14

 

o que vos digo digo à todos., vigiai!!!!!!!!!!!!

 

 

 

Leituras

 

 Is 63,16b-17.19b;64,2b-7 = Ah! Se rompesses os céus e descesses 
Sl 79
 = Iluminai a vossa face sobre nós CLIQUE AQUI

1Cor 1,3-9 = Esperamos a revelação de Nosso Senhor Jesus Cristo 
Mc 13,33-37
 = Vigiai: não sabeis quando o dono da casa vem CLIQUE AQUI

 

 

Cor litúrgica: roxo

 

  Vigiar é viver atento à tarefa que nos foi confiada por Deus. Significa orientar a vida em vista do projeto do Senhor, sem se perder em distrações, sem dormir e sonhar com outros projetos, que não o do Reino de Deus. Vigiar significa também ser fiel à tarefa recebida no Batismo e realizá-la reconhecendo que o Senhor nos “dará a perseverança (...) até o fim; até o dia de Nosso Senhor Jesus Cristo” (2a leitura), dia da 2a vinda de Jesus Cristo.

São necessárias duas atenções especiais nesta celebração, no que diz respeito ao seu contexto. A primeira delas é considerar o início do Ano Litúrgico e o sentido deste 1o Domingo do Advento, que conduz os celebrantes a considerar a importância de estar vigilante em todos os momentos de sua existência,

A segunda atitude é ajudar os celebrantes a compreender a importância e o sentido de fazer parte de uma comunidade que espera a volta do Senhor de modo ativo e não dormindo com as cantigas que levam o mundo à estarem sonolentos para Deus.e isto, não quer dizer estar contra o progresso, mas contra tudo o que nos desloca do caminho de Deus. O salmista alerta, nas entrelinhas, que os caminhos do mundo levam o povo para longe de Deus, impedindo-o de ser conduzido pelo Deus Pastor (1ª leitura e salmo responsorial). Profeta e salmista, portanto, unem-se na mesma súplica para que Deus venha, rompa os céus, visite sua vinha para que o povo volte a caminhar com ele (1ª leitura e salmo responsorial). O apelo, na verdade, é para Deus iluminar a vida do povo, para que ninguém viva prisioneiro da noite, mas seja caminheiro nos caminhos onde resplandece a luz divina.

 

O desinteresse para com as coisas de Deus, simbolizado por caminhos perigosos e pelo sono, favorece o desconhecimento do “Esperado”. A questão colocada pelo mundo é a seguinte: — quem é o Esperado se cada vez mais Deus é menos conhecido entre nós? Ora, todos sabemos que não tem sentido esperar o que não se conhece. Se não se conhece Deus, que sentido tem esperar a 2ª vinda de Cristo? O que significa viver na vigilância, se o imediatismo do mundo nos distrai da vigilância? (Evangelho). Eis a porta de entrada que o Advento abre ao discípulos de Cristo para entrar no novo Ano Litúrgico: ajudar o povo a conhecer o Esperado.

O início do Advento abre-se com a finalidade de introduzir os celebrantes numa proposta de conversão, a qual, concretamente, significa voltar a andar nos caminhos de Deus (1ª leitura) e acordar a sociedade para as coisas de Deus (Evangelho). É um empenho profético exigente que encontra em Paulo um grande incentivo quando diz que é necessário “perseverar até o dia de Nosso Senhor Jesus Cristo” (2ª leitura).

 

 fonte-   http://www.liturgia.pro.br/

 

Cantando a liturgia

 

 Cantar o Advento e, particularmente essa celebração, é cantar a esperança de um tempo novo, no qual o povo caminhará nos caminhos de Deus e não dormirá o sono da indiferença. É tempo de cantar canções de   esperança de encontrar-se com o Senhor em sua 2ª vinda.

 

 

Abertura  abrir a celebração com uma canção de esperança e de confiança na vinda do Senhor. As canções que estamos propondo cantam a alegria de viver vigilante e ser caminheiro nos caminhos de Deus ou intercedem a conversão para viver na vigilância e caminhar nos caminhos do Senhor.

 

-O Senhor está pra chegar....

-Senhor vem salvar teu povo das trevas da escuridão...

-Vigia esperando aurora....

 

Aclamação ao evangelho:

 

-Aleluia, aleluia, vem mostrar-nos ó Senhor tua grande compaixão

                             da-nos tua salvação.....

-Aleluia,  “Que as nuvens se abram e enviem, o orvalho reconfortador....

 

Ofertas-   O canto da oferta pode enfatizar a dimensão da igreja peregrina, e em particular dos fiéis que levam suas ofertas ao altar . Conduzem suas vidas iluminados pela luz da vigilância simbolizada na primeira vela do advento.

 

 -A nossa oferta apresentamos ao altar, e te pedimos vem Senhor nos  libertar...

-As nossas mãos se abrem....

-Pão e vinho apresentamos com louvor...

-Do céu vai descer o cordeiro.... 

 

 

Comunhão   Torna-se viva na preparação para a comunhão, a dimensão de peregrinação, e vigilância à espera do Senhor que virá.

 

As colinas, vão ser rebaixadas....

Vigiai, vigiai eu vos digo, não sabeis nem o dia e a hora....

Abre tua porta que alguém está batendo

 

Envio-   Como o Sol nasce da aurora, de Maria nascerá.....,

              Que santidade de vida.....

 

 


SOLENIDADE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO REI DO UNIVERSO
23.11.2014

Eu Estava com fome e não me deste de comer

Leituras:

1ª leitura:
Ez 34,11-12.15-17 = Eu mesmo vou procurar minhas ovelhas
Salmo Responsorial: Sl  22 = O Senhor é o pastor que me conduz, não me faltga coisa alguma CLIQUE AQUI
2ª leitura
: 1Cor 15,20-26.28 =Por um homem veio a morte, e é por um homem que vem a ressurreição dos mortos
 Evangelho: Mt 25,31-46 =Todas as vezes que fizeres o bem a um dos menores de meus irmãos, é a mim que o fizestes  CLIQUE AQUI

 

 

Cor litúrgica:Branco

Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo! Assim O proclamamos, mesmo sabendo que Jesus rejeitou o título de rei, quando este tinha um significado político, à maneira dos "chefes das nações" (Mt 20, 24). Ao contrário, durante a sua paixão, ele reivindicou uma singular realeza diante de Pilatos e respondeu: "Tu o dizes, eu sou rei" (Jo 18, 37); mas pouco antes Jesus tinha declarado: "o meu reino não é deste mundo" (Jo 18, 36). De facto, a realeza de Cristo é a atuação da realeza de Deus Pai, que governa todas as coisas com amor e com justiça!

O Evangelho insiste precisamente sobre a realeza universal de Cristo juiz, com a maravilhosa parábola do juízo final! As imagens são simples, a linguagem é popular, mas a mensagem é extremamente importante: é a verdade sobre o nosso destino último e sobre o critério com o qual seremos avaliados: as obras de misericórdia. "Tive fome e deste-me de comer. Tive sede e deste-me de beber. Era forasteiro e recolheste-me" (Mt 25, 35) e assim por diante. Quem não conhece esta página? Faz parte da nossa civilização. Marcou a história dos povos de cultura cristã: a hierarquia de valores, as instituições, as numerosas obras benéficas e sociais. De facto, o reino de Cristo não é deste mundo, mas realiza todo o bem que, graças a Deus, existe no homem e na história. Se pomos em prática o amor ao nosso próximo, segundo a mensagem evangélica, então criamos espaço para o senhorio de Deus, e o seu reino realiza-se no meio de nós. Se ao contrário, cada um pensa só nos próprios interesses, o mundo vai inevitavelmente em ruínas!



Cantando a Liturgia

O melhor modo para glorificar a Cristo Rei é com canções de louvor e de exaltação do poderio e do reinado de Jesus Cristo. Sua equipe ajudará os celebrantes a celebrar bem essa solenidade escolhendo canções alegres e laudativas.

 

Entrada: A sugestão para abertura é uma canção é um louvor que abre a celebração na dimensão da alegria e do júbilo próprios desse encontro.Também pode-se executar canções com a  dimensão salvífica do Reino   que premia quem viveu de acordo com o Evangelho (ultima canção)

“Rei Rei Rei, Jesus é o Rei, Rei, Rei
“Vamos celebrar com júbilo”  
“Quem tem a graça de em vossa casa poder morar...  

 

 Aclamação ao Evangelho: Aleluia e antífona do dia

Ofertas: inspirado no contexto proposto, as canções podem cantar o louvor da oferta da vida a Deus   ou o sentido que a vida humana adquire cada vez que os cristãos se reúnem em assembléia eucarística, isto é, assembléia de ação de graças   

“Minha vida tem sentido”  

 “Muitos grãos de trigo”

“As coisas, que o mundo oferecia

 

 

Comunhão: escolher canção  que cante  o compromisso de vida cristã, comungado na mesa eucarística, ou seja encontrar Jesus Cristo em cada irmão conforme a proposta do evangelho

“O meu reino tem muito a dizer..........”
“Quando a gente vai andando a procura de uma luz......
“Todo aquele que comer.........”  

 

 

Envio: O Senhor é rei., ou canto Mariano


MISSA DO XXXIII-  DOMINGO DO TEMPO COMUM

16/11/14

Eu colho  onde não plantei e ceifo onde não semeie?

Leituras:

1ª leitura:
Pr 31,10-13.19-20.30-31 = Com habilidade trabalham as suas mãos
Salmo Responsorial: Sl 127 = Felizes os que temem o Senhor e trilham seus caminhos  CLIQUE AQUI
2ª leitura:
1Ts 5,1-6 = Que esse dia não vos surpreenda como um ladrão
Evangelho: Mt 25,14-30 = Fostes fiel no pouco, vem participar da minha alegria CLIQUE AQUI

 

 Cor litúrgica:verde

           

         Partindo do pressuposto que a vida é um investimento, como dá a entender a parábola de Jesus, deduz-se que investir na vida é o melhor modo de fazer render os talentos recebidos de Deus, aquele Senhor que parte em viagem e confia a vida à responsabilidade de cada um (Evangelho). Dizer que a vida é um investimento tira, de certa forma, a responsabilidade divina e a transfere para cada pessoa. Cada pessoa é responsável pelo modo como e onde investe sua vida. As conseqüências serão lucrativas ou deficitárias de acordo com aquilo que cada um faz com os seus talentos; com a sua vida. Com isso, exclui-se aquela comparação de que os talentos sejam “dotes pessoais”, e entende-se a importância da atividade humana, aquela criatividade necessária dos investidores, para multiplicar a vida em mais vida.

         As leituras oferecem algumas sugestões de como investir na vida: propõem trilhar os caminhos de Deus para encontrar a felicidade de viver (salmo responsorial), sugere que se conheça a mentalidade divina, como é o caso dos dois servos que fizeram render seus talentos (Evangelho), sugere não confiar naquilo que é passageiro, como o vigor físico e a beleza da juventude (1ª leitura). Outra coisa importante para tornar os talentos rentáveis é organizar a vida, da mesma forma que aquela mulher organiza sua casa (1ª leitura). Na passagem da 1ª leitura, os exegetas explicam que aquela mulher é símbolo da sabedoria e, que a vida é a casa de cada um. Se a vida estiver organizada de modo sábio, a confiança e o êxito irão habitar a existência e render mais vida. Investir em talentos, portanto, significa investir na própria vida pessoal de acordo com os critérios divinos. Quem assim fizer será um servo bom e fiel, convidado a entrar para participar da alegria de Deus; será considerado digno de receber a vida plena, a vida que nunca termina (Evangelho).

         Nesse processo de investir na vida, tornam-se determinantes: o empenho de cada um, que na Palavra dessa celebração, é proposto como atividade lucrativa (1ª leitura e Evangelho), a confiança no Senhor, tornando-se seguidor de seus caminhos, o crescimento no discipulado do Evangelho (salmo responsorial e 2ª leitura) e a importância de assumir a “responsabilidade criativa” que, na prática, é não ser tolo de esconder a vida, enterrando-a em algum buraco existencial; quem esconde a vida vive buscando desculpas e justificativas, como fez o terceiro servo (Evangelho), querendo eximir-se da responsabilidade de render mais vida.

         O objetivo da parábola de Jesus é claro e, no clima do Ano Litúrgico que a Igreja vive nessa época, a 2ª leitura oferece duas indicações importantes. A primeira é o alerta que um dia o Senhor dos talentos (o Senhor da vida) irá voltar e pedirá conta do que fizemos com a vida talentosa que dele recebemos, de onde a importância de viver de modo sóbrio e vigilante, na luz divina. A segunda, é viver como discípulo de Jesus, e no caso, sem fugas apocalípticas que fantasiam o fim de mundo. A ignorância dos tempos e do dia que o Senhor irá voltar é ameaçador somente para quem vive apoiado em falsas seguranças e na incredulidade (2ª leitura).


Cantando a Liturgia

Cantar essa celebração é colocar-se na espera do Senhor que virá para pedir contas daquilo que os celebrantes fazem com a vida. É também incentivar cada celebrante a viver de modo rendoso, fazendo com que sua vida produza cada vez mais vida.

 

Entrada: a Igreja se aproxima do Senhor para encontrar-se com a vida divina e dela se alimentar. Este é o modo mais seguro de tornar a vida humana rentável. Por isso, canta a esperança de poder dele se aproximar com as mãos repletas de vida.

“Deus é paz, Deus é amor, Deus é a esperança pra quem nele crê....
“Jesus Cristo, ontem hoje e sempre......
“Me chamaste para caminhar na vida contigo........

 

 Aclamação ao Evangelho Aleluia e antífona do dia

 

Ofertas: o oferente aproxima-se da mesa cantando a alegria de oferecer a rentabilidade da vida a Deus. Por isso, é importante escolher canções que reflitam, em sua poesia, o oferecimento da própria vida, .

 “Neste pão e neste vinho, o suor de vossas mãos...
 “As sementes que me destes e que não eram pra guardar
 “muitos grãos de trigo, se tornaram pão..
”  

 

Comunhão: cantar que na Mesa Eucarística está o alimento que torna rentável a vida de cada celebrante. Esta é uma boa inspiração para escolher o canto de comunhão.A exemplo do canto das oferendas, também aqui, as músicas para a comunhão cantam a riqueza da vida de cada pessoa.

 “Todo aquele que comer...

“Eu sou o pão que vem do céu, quem crê em mim irá viver

O nosso Deus com amor sem medida, chamou-nos a vida, nos deu muitos dons”  

 

Envio: Canto Mariano


DEDICAÇÃO BASÍLICA DO LATRÃO

09.11.14

Vós sois o santuário de Deus e o Espírito Santo habita em vós. 

Leituras:

1ª leitura
: Ez 47,1-2.8-9.12 = Vi a água sair do lado direito do templo
Salmo Responsorial: Sl 45 = Os braços de um rio vem trazer alegria à cidade de Deus  CLIQUE AQUI
2ª leitura
: 1Cor 3,9c-11.16-17 = Sois o santuário de Deus
Evangelho
: Jo 2,13-22 = Jesus estava falando do Templo do seu corpo CLIQUE AQUI

 

Cor litúrgica: Branco

         A primeira coisa que chama atenção são os conceitos de Templo, presentes nas leituras dessa celebração. A 1ª leitura e o salmo responsorial enaltecem o Templo fazendo contraponto com a mentalidade pagã, que considerava o templo morada de Deus. Tal concepção não é aceita pelos profetas, advertindo que Deus caminha no meio do povo (cf. 1Cr 17,4). Não é aceita tampouco por Jesus, como descreve o Evangelho desse Domingo, além de outras passagens, como na conversa de Jesus com a samaritana, quando diz que não existe um local específico para adorar a Deus (cf. Jo 4, 20-21).

         De modo positivo, o Templo é considerado a fonte da vida divina no meio da cidade (1ª leitura e salmo responsorial). A comparação feita por Ezequiel e pelo salmista remetem também à construção do Templo com uma finalidade bem específica: ser um local de encontro com a fonte do Espírito de Deus, simbolizado na água, capaz de irrigar toda a comunidade e vivificá-la fartamente (1ª leitura). A segunda concepção de Templo vem da definição dada por Jesus, ao dizer que o Templo é “a casa do Pai” (Evangelho), caracterizando-o como local dedicado a Deus e, por isso, um local sagrado e digno de respeito. A terceira concepção de Templo, presente nas leituras, é a conhecida afirmação paulina: o corpo humano é o santuário de Deus, o local onde habita o Espírito de Deus (2º leitura).

As três concepções não se atêm ao templo construção, mas se sintonizam em atribuir ao Templo a dimensão de sagrado, local de respeito, pois nele acontece um envolvimento do homem e do povo com a divindade; ali existe a possibilidade de banhar-se nas águas do Espírito, na concepção de Ezequiel (1ª leitura). É a partir desse conceito que compreendemos a atitude de Jesus ao perceber que o Templo estava sendo usado como ponto comercial, desviando-se da sua finalidade principal de ser local de encontro com Deus. Por isso, Jesus purifica o Templo de qualquer atividade comercial que, na prática, pode ser traduzida como atividade de exploração do povo (Evangelho).

Mas, tem ainda outro aspecto que precisamos considerar: Jesus manda destruir o Templo, que levara 46 anos para ser construído, garantindo que o ergueria em três dias. João explica que Jesus falava do seu corpo ressuscitado (Evangelho). Isso significa que os cristãos não têm Templo (nossas igrejas não são templos), pois o nosso Templo é o Corpo Ressuscitado de Jesus. É deste Templo que corre a fonte da água viva, profetizada por Ezequiel (1ª leitura), e simbolizada no Evangelho de João pelo lado aberto de Jesus, pendente na Cruz (cf. Jo 19,34). 

 

Cantando a Liturgia

 

Cantar essa celebração é cantar a presença e a ação do Espírito Santo de Deus que continua construindo a Igreja viva, no meio do povo. É cantar a alegria de ter um local onde a comunidade se reúne como Povo de Deus para louvá-lo, ouvi-lo e ser por ele alimentado.

 

Entrada: nossa sugestão é escolher uma canção que cante a Igreja viva, que é construída com pedras vivas, como diz a eucologia dessa celebração. Outra proposta  uma canção que prepare os celebrantes para se colocarem diante de Deus, preparados para entrar no seu santuário,

“ Jesus Cristo, ontem hoje e sempre
 “Alegres vamos à casa do Pai”
“Quem tem a graça, de em vossa casa poder morar...

 

Aclamação ao Evangelho: Aleluia e antífona do dia ou   “Aleluia! Quando estamos unidos”  

 

Ofertas: a melhor escolha é aquela canção que canta a alegria de caminhar nas estradas do mundo, reconhecendo-se “pedra viva” na construção edificada por Deus. Outra possibilidade é cantar uma canção de louvor pelas maravilhas que Deus realiza no meio do povo, qual arquiteto de um Templo vivo e sempre em edificação.  

 “A mesa santa que preparamos”
 “Minha vida tem sentido”  
“Daqui do meu lugar”  

 

Comunhão: considerar que o caminho até a Mesa Eucarística é feito por pessoas convidadas a serem “pedras vivas” na construção da Igreja de Jesus Cristo. Por isso, escolher canções que cantem o compromisso de ser Igreja e de viver comprometido com tal proposta que, na prática, significa beber e levar a água da fonte divina à sociedade onde vive a comunidade

 

 “Cantar a beleza da vida
“Cristo, quero ser instrumento, ......
“Todo  aquele que comer, do meu corpo que é doado...

 

 

Envio:canto Mariano

 
Liturgia dominical
Festas, Solenidades e outras Celebrações
Liturgia da quaresma sem.santa e triduo pascal ano C
liturgia da quaresma , sem.santa e triduo pascal ano A
Liturgia da Quaresma, semana Santa e triduo pascal - ano B
liturgia do advento ano A
Liturgia do advento Ano B
Música litúrgica
Salmos/Salmistas
Orientações
 
 
Canal Direto
Nome
Fone
E-mail
Digite o código acima:
Dicas
Marcação de Casamento
De terça à sexta das 9h às 11h30 e das 13h30 às 17h no escritório paroquial
 
 
 
Católica Suzano - comunicacao@catolicasuzano.org.br - Praça João Pessoa, s nº - Centro - Suzano -SP Tel. (11) 4748-1534
Desenvolvido por Tudonanet