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LITURGIA - Liturgia dominical

IV  DOMINGO DO TEMPO COMUM ANO C

31/01/2016

Não é este o Filho de José?

Leituras

1ª leitura: Jr 1,4-5.17-19 = Eu te consagrei e te fiz profeta das nações
Salmo Responsorial: Sl 70 = Minha boca comunicará vossas graças incontáveis CLIQUE AQUI
2ª leitura: 1Cor 12,31--13,13 = Permanecem a fé, a esperança e a caridade
Evangelho: Lc 4,21-30 = Jesus não foi enviado só aos judeus. CLIQUE AQUI

 

 cor litúrgica  Branca

               No domingo passado entramos com Jesus na Sinagoga de Nazaré para ouvir sua pregação inaugural e conhecer seu projeto e sua missão. Neste 4º Domingo, continuamos na sinagoga e vemos o pessoal de Nazaré recusar Jesus (Evangelho) ao se apresentar como profeta. Jesus, contudo, não é um profeta para a sinagoga e sua pregação não assume as características de um pregador messiânico, como muitos daquele tempo, mas  assume sua vocação em continuidade à linha profética do Antigo Testamento. O exemplo está na vocação de Jeremias (1ª leitura).

                Diante de Jesus, os nazarenos assumem duas atitudes. Inicialmente, acolhem Jesus e o aclamam com entusiasmo pela sabedoria que o filho de José e de Maria demonstrava sobre as Sagradas Escrituras (Evangelho). Admiram-se com a bela homilia de Jesus, mas têm dificuldades de perceber que Jesus era a Palavra de Deus que se realizava entre eles, como Salvação de quem vivia excluído na vida e da Vida. Isto significa que a admiração pelo pregador não é suficiente para abrir os corações de quem o escuta, pois eles continuavam surdos, cegos, coxos... (Evangelho) para as coisas de Deus. Os ouvintes admiram a mensagem e o mensageiro, mas não se abriam ao acolhimento da ação divina em suas vidas. No contexto religioso daqueles ouvintes, a profecia de Isaías, que Jesus lera na sinagoga (Lc 4,14-21) não lhes dizia respeito. Quando Jesus mostra que a Palavra lhes diz respeito e, por isso, os coloca no rol dos pecadores, então aparece a segunda atitude: a revolta e a decisão de matar Jesus (Evangelho). Uma decisão adiada, porque o motivo da morte de Jesus continuou sendo sua coragem profética e sua fidelidade ao projeto do Reino.

                Considerando tal contexto, entendemos que não é possível acolher Jesus e, muito menos, tornar-se discípulo do Evangelho, se não nos colocamos como necessitados, quais pobres, cegos, coxos... necessitados da luz e da sabedoria do Evangelho, como refletíamos Domingo passado (3º Domingo do Tempo Comum – C). Em sua homilia, Jesus mostrou que os outros, os estrangeiros (pagãos), souberam aproveitar essa graça, como o leproso e a viúva de Sarepta (Evangelho); o elogio aos pagãos era demais para um povo que se considerava “tão religioso e temente a Deus”. É com a rejeição ao seu modo de ser e de pensar que Jesus inicia sua pregação, a qual Lucas faz questão de enquadrar na tradição profética, como se lê na 1ª leitura.

                A narração da vocação profética de Jeremias contextualiza a vocação profética como ato da graça divina, não resultante de preparações, predisposição intelectual, moral ou religiosa. No caso de Jeremias, não aconteceu nem mesmo alguma visão, apenas a Palavra que o atinge inesperadamente com três verbos: eu te conheci, eu te consagrei, eu te envio: “vamos, põe a roupa e o cinto, levanta-te e comunica-lhes tudo que te mandar dizer” (1ª leitura). Não existe, na vocação profética, um processo biológico ou intelectual, mas unicamente a experiência de Deus (na espiritualidade e pela mística) que o plasma para ser comunicador da Palavra do Senhor. Se isso lhe mete medo — o que é natural — Deus lhe garante a graça (1ª leitura). Hoje, o profeta se torna contínuo intercessor da proteção divina (salmo responsorial) para viver seu profetismo na caridade (2ª leitura), característica própria de quem é discípulo e discípula de Jesus.

 

 

Cantando a Liturgia

 

Cantar a simplicidade da vida e a alegria de descobrir na comunidade a graça de encontrar-se com Deus. Jesus está entre nós e se manifesta na espiritualidade do nosso cotidiano. Quem vive a alegria de cada dia terá muitos motivos para entoar ações de graças nessa celebração.

 

Entrada:   As canções de abertura devem focar o compromisso profético convidando os celebrantes a aceitar e assumir  a convocação divina, como fizeram Jeremias e Jesus

 “Antes que te formasses”
“Eis-me aqui, Senhor”  
 “Senhor, se tu me chamas”  

 Aclamação ao Evangelho:  Aleluia e antífona do dia

Ofertas: Sugestão para manifestar  o desejo de oferecer a vida e de consagrá-la    como profética através da caridade cristã.  

 “Que mais eu posso te dar”  
“ Com o pão e com o vinho,....
“Os grãos que formam espigas, se unem pra serem pão

 

Comunhão: comungar a Eucaristia, nessa celebração, é buscar o alimento divino para corresponder de modo eficaz e pleno à vocação profética. Por isso, a canção que recupera a 2a leitura   confirma a vivência profética através da caridade fraterna.

“Ainda que eu fale, a língua dos anjos”
“Se calarem a voz dos profetas, as pedras falarão...
Quando te dominas o cansaço....

 

Envio:  Canto Mariano  ou   “Eu já vou evangelizar....”



III  DOMINGO DO TEMPO COMUM ANO C

24/01/2016

O Espírito me consagrou para proclamar a boa nova aos pobres

Leituras

1ª leitura: Ne 8,2-4. 5-6.8-10 = Leram o Livro da Lei de Deus e explicaram o sentido
Salmo Responsorial: Sl 18b = Vossas palavras, Senhor, são espírito e vida! CLIQUE AQUI
2ª leitura: 1Cor 12,12-30 = Vós sois o Corpo de Cristo.
Evangelho: Lc 1,1-4; 4,14-21 = Hoje, se cumpriu esta passagem da escritura CLIQUE AQUI

 

 cor litúrgica  Verde

 

         Depois do 2o Domingo, que abre o Tempo Comum - C com a proclamação do Evangelho de São João, para concluir a trilogia epifânica, voltamos a nos encontrar com São Lucas, o evangelista do “Ano C”. A redação dos quatro primeiros versículos, em modo de prólogo, tem a mesma estrutura dos tratados científicos ou históricos do seu tempo. Lucas faz questão de dizer que seu Evangelho é resultado de “um estudo cuidadoso” (Evangelho), com a finalidade de “purificar” muita coisa que se contava de Jesus, em vista de confirmar a fé de Teófilo. Como costume, nos prólogos antigos, ele endereça seu Evangelho a um destinatário, Teófilo, um pagão convertido que, talvez, tivesse um lugar de destaque no Império Romano. A palavra grega “Teófilo” significa “amigo de Deus”; motivo pelo qual alguns exegetas avançam a hipótese que o destinatário é qualquer leitor “amigo de Deus”, que deseja conhecer o Evangelho purificado de lendas e mitos sobre Jesus, que já naquela época começavam surgir.

         Lucas não conheceu Jesus pessoalmente; não fez parte dos chamados “testemunhas oculares”, como os apóstolos e muitos discípulos. Ele pertence à segunda geração cristã, por isso trabalha sobre as tradições que foram transmitidas pelos “testemunhos oculares”, daqueles que conviveram com Jesus desde os inícios, isto é, depois do Batismo de Jesus (At 10,37). Como é fácil intuir, Lucas deve ter ouvido falar muito sobre Jesus, motivo pelo qual confirma a solidez de seu livro em base a um estudo sério (Evangelho). O prólogo esclarece ainda que o texto não será contínuo e cronológico; sua finalidade é teológica e pretende demonstrar que, em Cristo e por Cristo, Deus agiu e continua agindo na História. O Evangelho de Lucas, que irá nos acompanhar neste ano, não é uma reportagem, mas um nutrimento para a fé das primeiras gerações cristãs para que, “deste modo, poderás verificar a solidez dos ensinamentos que recebestes” (Evangelho). Lucas, como dito, purifica seu texto de argumentos emocionais, de mitos e exageros que acontecem quando a fama de alguém ultrapassa os limites: “sua fama espalhou-se por toda redondeza” (Evangelho).

         Na segunda parte do Evangelho deste Domingo, o acontecimento narrado por Lucas acontece na Galiléia, na Sinagoga da Nazaré, quando Jesus revela que é o enviado de Deus para os pobres (Evangelho). Na linha das manifestações epifânicas, também esta pode ser considerada uma epifania, uma manifestação de Jesus, mas com a diferença de que agora é o próprio Jesus que se apresenta como o depositário das promessas messiânicas: “hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir” (Evangelho).

No contexto geral do Lecionário deste Domingo, percebe-se o valor da Palavra de Deus e, principalmente, o valor central no corpo ritual da Liturgia da Palavra. Tanto a 1ª leitura como o Evangelho apresentam Esdras proclamando a Palavra de Deus de um ambão, lendo o Livro da Lei (1a leitura) durante uma grande e longa Liturgia da Palavra e, no Evangelho, também Jesus sobe ao ambão para ler, no livro de Isaías, a Palavra de Deus (Evangelho), durante a Liturgia da Palavra na celebração sinagogal do sábado. A Igreja continua a mesma tradição de subir ao ambão para proclamar a Palavra de Deus e com a mesma finalidade de ajudar os celebrantes a acolher a Palavra de Deus como  espírito e vida na caminhada cristã (salmo responsorial).

 

Cantando a Liturgia

 

Iluminados pela Palavra do Senhor, cantar esta Liturgia é cantar a alegria de ter a Palavra divina como luz para os olhos e sabedoria para a vida (SR). É cantar a alegria de agradecer ao Pai por proporcionar-nos a possibilidade de caminhar nos caminhos de Deus, ouvindo e se deixando guiar pela sua Palavra.

 

 

 

Entrada: o contexto celebrativo, fundamentado na Palavra de Deus, favorece cantar a procissão de entrada com uma canção que elogie a Palavra. Como outras opções podemos exaltar a revelação de Cristo como enviado de Deus aos pobres

“Senhor o Deus dos pobres do povo sofredor....”
Ó Senhor, nós estamos aqui  
 
“A Bíblia é a Palavra de Deus”  
“Ó Pai somos nós o povo eleito”   

 

Aclamação ao Evangelho: Aleluia e antífona do dia

 

Ofertas: o rito das ofertas está sendo contextualizado como resposta à Palavra de Deus, de quem ouve esta Palavra e a frutifica em sua vida. É, portanto, o fruto da Palavra na vida pessoal dos celebrantes que será colocado no altar;  

 

 “A Mesa Santa que preparamos”  
“A palavra de Deus é meu Deus...
Com o pão e com o vinho, nossa oferta apresentamos...

 

 

Comunhão: as canções para acompanhar o rito de comunhão, poderá louvar pelos frutos da Palavra de Deus, na vida pessoal e na comunidade, ou o compromisso de unidade, como destacado pela 2ª leitura,  

“Na mesa sagrada”
Tanta gente vai andando, a procura de uma luz
Todo aquele que comer....

 

Envio – canto Mariano


MISSA DO II  domingo do TC

17/01/2016

Fazei tudo o que ele vos disser

 

 

 Leituras

 

 1ª leitura: Is 62,1-5 = A noiva é a alegria do noivo

Salmo Responsorial: Sl 95 = Cantai ao Senhor Deus um canto novo CLIQUE AQUI

2ª leitura: 1Cor 12,4-11 = Estas coisas as realiza um e mesmo Espírito

Evangelho: Jo 2,1-11 = Jesus realizou este início dos sinais em Caná da Galiléia  CLIQUE AQUI

 

 

 

 

cor litúrgica- Verde

 

                  O contexto celebrativo da missa do 2o Domingo do Tempo Comum continua o tema da solenidade da Epifania do Senhor. Isto não é tão evidente na Liturgia Eucarística, quanto é na antífona do cântico evangélico da oração da manhã (laudes) da Epifania, onde se cantam as três epifanias do Senhor: a) na visita dos Magos; b) no Batismo do Senhor; c) nas Bodas de Caná. Este domingo, portanto, tem a finalidade de concluir a trilogia epifânica, pela qual Jesus Cristo manifesta sua presença na terra.

         O relato das Bodas de Caná, neste sentido, é o anúncio público da glória de Deus que se manifesta (faz epifania) em Jesus Cristo (Evangelho). Jesus Cristo é a manifestação da glória divina entre nós, a manifestação da coroa da glória na mão de Deus, a manifestação do diadema real nas mãos de Deus, como canta Isaías (1a leitura). Nesta mesma linha de pensamento, podemos cantar com o salmista que a manifestação de Jesus Cristo é o canto novo — a canção nova — que a comunidade dos discípulos do Evangelho cantam a Deus (salmo responsorial). Se Deus manifesta-se entre nós, a vida pessoal e comunitária se transforma em festa e o vinho bom é servido a quem faz aquilo que Jesus Cristo pedir, como aconselha Maria (Evangelho).

         Além do contexto epifânico, que convida cada celebrante a viver de modo novo, em clima de festa pela presença do esposo que, na teologia joanina, é Jesus Cristo, (Evangelho), as Bodas de Caná representam também a realização da Nova Aliança entre Deus e seu povo, como profetizava Isaías (1ª leitura). O texto de João inspira-se em vários textos do Antigo Testamento para comparar a Nova Aliança, que acontece em Jesus, a uma festa de casamento. Jesus é o esposo, aquele que celebra com seu povo a Nova Aliança; um novo casamento entre Deus e o seu Povo. É neste mesmo contexto que compreendemos a celebração da Eucaristia: como presença de Jesus Cristo em nossa festa, como celebrante que renova conosco a nova e eterna Aliança. Jesus é aquele que muda o conteúdo purificador das talhas de pedra. Não modificou as talhas nem a finalidade das mesmas; modificou o conteúdo manifestando assim que a purificação para se aproximar de Deus não está mais nas águas das talhas, mas no vinho novo — símbolo de seu Sangue — (Evangelho), servido por Cristo, na festa de sua Eucaristia, como memorial de sua Páscoa.

Diante de tão grande dom para nossas vidas e para nossas comunidades, compreendemos que o convite do salmista não poderia ser outro senão para louvar, admirar-se, agradecer e oferecer a Deus um sacrifício novo e agradável (salmo responsorial), sacrifício purificado e tornado agradável a Deus pelo único e mesmo Espírito Divino, que enriquece a festa da vida com os carismas partilhados para o bem de todos, quando acolhidos não em proveito próprio (2ª leitura). Os antigos padres da Igreja, inclusive, relacionavam os carismas com presentes de casamento que Deus oferece à sua esposa, a Igreja.

 

 

Cantando a Liturgia

 

 

Cantar esta celebração é cantar a alegria de ser convidado para a grande e bela festa da vida, que é celebrada com vinho novo, que conta com a presença de Jesus Cristo, que faz de nós, comunidade de discípulos do Evangelho, uma coroa de glória nas mãos de nosso Deus.

 

Entrada: os ritos iniciais se caracterizam como convite para participar da festa, na qual se encontra Jesus Cristo e Maria ( Bodas de Caná,) 0 convite é feito a cada um, individualmente, e a toda a comunidade, para celebrar o banquete na alegria e como agradecimento.

 

 “Ó Senhor, nós estamos aqui  

 “Alegres vamos à casa do Pai., e  na alegria cantar seu louvor
“Alegrai-vos sempre no Senhor

 

 Aclamação ao evangelho: Aleluia e antífona do dia

 

Ofertas: assim como nas bodas de Caná, os serventes se colocaram a serviço de Jesus para fazer o que ele pedia.Da mesma forma, os celebrantes colocam nos dons do pão e do vinho aquilo que colheram ao fazer a vontade do Pai. Trata-se, portanto, de preparar a festa da vida  , a festa da irmandade que se celebra em comunidade .

 

“A mesa santa que preparamos” 

“É prova de amor junto a mesa partilhar

“A vós Senhor apresentamos estes dons...

 

Comunhão: procurar escolher canções que mantenham uma relação direta com o Evangelho, e a menção à Maria Outra opção é manter a dimensão teológica da nova Aliança, que acontece na Eucaristia.

 

  “O Pão da vida a comunhão” 

  “Povo de Deus foi assim, Deus cumpriu a palavra que diz.

  “Cantgar a beleza da vida...”

  “Quando teu Pai revelou o segredo a Maria” 

 

 

Envio: Canto Mariano

 

 


FESTA DO BATISMO DO SENHOR

10/01/16

Este é meu filho amado a quem ponho todo meu bem querer

 

Leituras

1ª leitura: Is 42,1-4.6-7 = Eis o meu servo; nele se compraz minh’alma 
Salmo Responsorial: Sl 28 = Que o Senhor te abençoe com a paz  CLIQUE AQUI

2ª leitura: At 10,34-38 = Foi ungido por Deus com o Espírito Santo 
Evangelho: Mc 1,7-11 = Tu és meu Filho amado; em ti ponho meu bem querer CLIQUE AQUI

 

 cor litúrgica  Branca

 

         No Lecionário do Batismo de Jesus do Ano C, que tomamos para preparar esta celebração, as leituras sintetizam todos os acontecimentos do Mistério da Salvação, realizado no Natal. Deste modo, vemos a reaparição de João Batista para se despedir e deixar espaço a Jesus; cala-se a voz que clamava no deserto para se ouvir a voz do Filho amado de Deus, falando no meio do povo (Evangelho). A 2ª leitura desta celebração, da mesma forma, proclamada em duas missas natalinas, na Missa da Noite e na Missa da Aurora, repetem a proclamação de que o Mistério da Encarnação e do nascimento de Jesus fazem parte do projeto divino para que a plenitude da vida esteja na vida humana, do qual toda a humanidade é chamada a participar através do Batismo.

         Nesta celebração da festa do Batismo de Jesus, portanto, os celebrantes conseguem perceber como participam da realização das promessas que antecediam ao Natal (no período litúrgico do Advento) e como tais promessas se tornaram realidade no nascimento de Jesus. Ele é o Emanuel — o Deus conosco — é a realização concreta do que Deus tinha prometido pelos profetas: que ele estaria para sempre no meio de nós, conduzindo o povo nos caminhos da retidão e da ternura, próprios de um Bom Pastor que carrega as ovelhas ao colo (1ª leitura) para que tenham vida em plenitude.

         Outro dado importante, que merece ser considerado neste processo da realização das promessas divinas, são as profecias de João Batista, proclamadas nas celebrações do Advento, com relação ao Batismo no Espírito Santo; o mesmo Batismo que se realiza em Jesus (Evangelho e 2ª leitura). Como se percebe, Lucas não se preocupa em destacar o rito batismal de Jesus, mas a realização desta promessa, de que o céu se abriu no Batismo de Jesus, prenunciando que todos, a exemplo do que aconteceu com Jesus, seriam batizados no Espírito Santo (Evangelho), como explica Tito, na 2ª leitura. Assim, que for batizado (mergulhado) no Espírito Santo, vive respirando o “respiro de Deus”, condição imprescindível de um novo modo de viver (salmo responsorial).

         Esta celebração litúrgica do Batismo de Jesus, de um lado, proclama a realização das promessas divinas e, de outro lado, faz compreender que, através do Batismo, nos tornamos participantes do projeto divino, não por nossos méritos (2ª leitura), mas pela bondade misericordiosa de Deus de colocar em nós o seu Espírito (Evangelho e 2ª leitura).

 

Cantando a Liturgia

 

Cantar esta celebração é elevar aos céus canções de alegria por saber que o mesmo dom do Espírito Santo, que inundou a vida de Jesus Cristo no Batismo, inunda a vida de cada celebrante desde que foi mergulhado nas águas batismais.

 

Entrada: como aquela procissão que nos acolheu no dia do Batismo e nos conduziu até a Mesa da Palavra, a procissão desta celebração repete o mesmo percurso para nos alimentar com a Palavra e com o Pão. Isto só é possível porque participamos da graça do Batismo, nascendo para viver em Deus (4).

 “Eis que veio o Senhor dos Senhores”
 “Nas águas do Jordão mergulhados”  
 “Tu anseias eu bem sei por salvação

 

Aspersão da água: a Liturgia da Palavra desta celebração valoriza a missão de Jesus a partir do seu Batismo. Por isso ele é apresentado como o Filho de Deus e repleto do Espírito Santo de Deus. Uma boa sugestão é cantar essa missão com a canção (3) ou com a canção (4). Na canção (3) colocamos o endereço para ouvir a canção.

“Eu te peço desta água que tu tens”
“Água cristalina”  
“Banhados em Cristo”  

 

 Aclamação ao Evangelho:  Aleluia e antífona do dia

 
Ofertas: refletindo aquelas procissões que mencionamos em “Iluminados pela Vida”, a procissão das oferendas é um modo de reconhecer a necessidade de ser grato a Deus, para ofertar aquilo que o Espírito Santo realizou na vida de quem o acolheu, no dia de seu Batismo.  

“Que maravilhas Senhor estar aqui
“No templo Santo a te ofertar...
“Os dons que trago aqui, são os que fiz e o que vivi

 

Comunhão: só podemos participar da procissão que conduz à Mesa Eucarística porque recebemos essa possibilidade pelo Batismo. É o Batismo que possibilita participar desta procissão que conduz ao encontro de Cristo para dele nos alimentar e estreitar, ainda mais, a comunhão com Jesus Cristo (1).  

 

“É comunhão, é comunhão”  
“Da Cepa brotou a rama, da rama brotou a flor....
“Do presépio pequenino Deus é hoje nosso irmão

 

 

Envio: Canto Mariano



SOLENIDADE DE MARIA MÃE DE DEUS

01.01.2016

 

   Deus enviou seu Filho, nascido de uma

 

mulher

 

 

 

Leituras

.

Nm 6,22-27 = Invocarão meu nome e eu os abençoarei
Sl 66 = Que Deus nos dê sua graça e sua bênçãoCLIQUE AQUI
Gl 4,4-7
 = Deus enviou seu Filho, nascido de uma mulher. 
Lc 2, 16-21 = Encontraram Maria, José e o recém nascido  CLIQUE AQUI

 

 

Cor litúrgica  Branco

 

A Solenidade da Mãe de Deus é uma daquelas celebrações que voltam todos os anos para ajudar a refletir na grandeza do Mistério divino, que se encarna no mundo para nos salvar. Sendo solenidade que se repete, a estrutura celebrativa da mesma se mantém nos três enfoques celebrativos que a caracterizam:

---memória do mistério da Maternidade Divina,

---o início do novo ano civil

---e o Dia Mundial da Paz, instituído por Paulo VI, em 1968.

A celebração ajuda-nos a entrar no mistério divino para contemplar Maria, aquela que guarda todas as coisas em seu coração e vê-la como Mãe de “Jesus Cristo, Deus encarnado”, não de Deus, ser supremo e eternamente Santo, mas de Deus que se encarna e oferece sua vida (2a leitura), do Deus que, em Jesus Cristo, mostra seu rosto (1a leitura) e sua salvação a todos os povos (Salmo responsorial).

         Nesse ano de 2008, a proximidade das celebrações, inclusive nas datas, da Sagrada Família e da Mãe de Deus, favorece a aproximação de dois temas que, na prática, é comum e exemplar na família de Nazaré: a meditação da Palavra de Deus no coração de quem acolhe o projeto divino no seio da família e, o tema da peregrinação. Este tema, inclusive, é tratado de modo mais aprofundado no texto da pedagogia litúrgica de janeiro 2008.

 

Da mesma forma que refletimos sobre José na missa da sagrada família como o homem silencioso que zelava por sua família, a liturgia de hoje destaca a figura de Mãe, , a Mãe de Deus “ Quanto a Maria, guardava todos esses fatos e meditava sobre eles em seu coração (evangelho).

José e Maria são propostos como casal acolhedor, imagem de família meditativa, lar onde se acolhe a e pratica a palavra de Deus.

 A Mãe de Deus não passa a imagem de uma soberana matriarca, mas exemplo vivo do modo como Deus é gerado no mundo: através da Palavra acolhedora e meditada no coração; no interior de cada pessoa e no seio da família.

Retorna também nesta celebração, o tema da peregrinação que foi refletido no início do advento, e vimos que peregrino é aquele que caminha em busca de Deus. Hoje, na solenidade da Mãe de Deus, os pastores são convidados a peregrinar, a ir a um santuário, a um local santo onde estava a família pobre, e então encontraram Maria, José, e o menino Jesus revestidos de simplicidade.

          

Concluindo, podemos dizer que esta celebração nos provoca a ser peregrinos, a partir em busca do santuário da família e nela cultivar a paz divina,  e a receita para chegar lá, é encontrar-se no exemplo de Maria, a Mãe de Deus: silenciar, acolher a palavra, medita-la e praticar o que ela ensina.     

          

fonte-   www.liturgia.pro.com.

 

Cantando a liturgia

 

 

  Continuamos cantando o Mistério do Nascimento de Jesus Cristo, nosso Salvado. Nesse Domingo cantando   o natal nos reverenciamos à escolha de Deus por  Maria, como Mãe do salvador e nossa.

 

Abertura ;   Se cantamos o mistério do nascimento de Cristo significa que vivemos liturgicamente  ainda o tempo do natal, podendo executar canticos relacionados ao tempo litúrgico, ou à Maria , participante deste contexto. Hoje também celebramos o dia mundial da Paz., 

“ Nasceu-nos hoje um menino....”,

" É Natal, de Jesus, festa da alegria......

" Mãe de Deus, nossa querida mãe.....

" Quando o dia da paz renascer....

 

 

Aclamação ao evangelhoAleluia e a antífona do dia, ou

aleluia, No princípio era a palavra, e a palavra se encarnou......

 

Ofertas-    é momento de cantar um tempo novo, momento de levar ao altar uma semente de esperança a ser plantada no coração dos fiéis, De imitar à Maria.,se sempre a serviço do reino


“ Chegou a hora de sonhar de novo.....”

"Maria cheia de graça, não teme o que possa vir

“ A noite enquanto a cidade sonhava......  

 

Comunhão : as canções da Missa do Natal e da Sagrada Família continuam a ser uma boa opção para acompanhar o rito da comunhão, mesmo porque existe uma ligação íntima entre as duas celebrações

 

 “ Chegou a hora de sonhar de novo......

Da cepa brotou a rama, da rama brotou a flor, ..... 
"Cristãos vinde todos
......  
“Povo de Deus foi assim, Deus cumpriu a palavra que diz.

 

 Envio – Não há como falar da Mãe de Deus, sem lembrar   da família Santa. Novamente a sugestão para o canto final é a oração da família

 




FESTA DA  SAGRADA FAMÍLIA

27/12/2015

 Quem não é contra nós é a nosso favor

 

Leituras

 1ª leitura: Eclo 3,3-7.14-17a = Quem teme o Senhor, honra seus pais
Salmo Responsorial: Sl 127 = Felizes o que temem o Senhor e trilham seus caminhos CLIQUE AQUI
2ª leitura
: Cl 3,12-21 = A vida da família no Senhor.
Evangelho: Lc 2,41-52 = Jesus foi encontrado por seus pais no meio dos doutores CLIQUE AQUI

 

 cor litúrgica- branca

 O primeiro milagre da palavra, para ser eficaz, é o acolhimento para que possa ser elo de comunicação entre os interlocutores. É a palavra que interage entre as pessoas, que sabem falar e sabem silenciar para ouvir o que a palavra tem a dizer. Quando a palavra tem livre trânsito numa casa de família, onde todos sabem ouvir e falar, então entramos numa família que se respeita, sabe conversar e é saudável.

Se assim é com a comunicação humana e, mais precisamente com a palavra humana, o que esperar quando esse milagre de comunhão realiza-se com Palavra de Deus? Quando a palavra humana chega a Deus em forma de prece, Deus responde com a fecundidade da vida, como aconteceu com Ana, que era estéril (1a leitura). Deus lhe respondeu e sua comunicação tornou-se vivente no nascimento de Samuel, nome que significa: “eu o pedi ao Senhor”. O diálogo entre a família de Ana e Deus “assumiu corpo”, no filho Samuel, dom de Deus (1a leitura). Pais que conversam com Deus, acolhem os filhos como presentes divinos, fruto do diálogo do amor humano entre homem e mulher. A reação existencial, na vida dos filhos, é o equilíbrio e a felicidade, fruto da paz que reina numa família que sabe conversar entre si e com Deus. 

Outra realidade, mais superior, é a Palavra de Deus que se “encarna” na família humana. No Natal, a Palavra divina se fez carne e vem morar no seio de uma família (Jo 1,1-18). No presépio, a Palavra era silenciosa e instigante. Palavra silenciosa, porque o silêncio é parte essencial da palavra. No presépio, aquela Palavra tornou-se objeto de contemplação; até mesmo a mãe silenciou diante dela para meditar em seu coração as reações que provocava (Lc 2,19). E quando essa Palavra tornou-se voz, no início da adolescência, soube dialogar com os mestres e, respeitosamente, soube calar diante dos pais, quando estes pediram motivos de sua atitude (Evangelho).

Palavra que silencia para ser contemplada, Palavra que discute as razões de Deus e Palavra que respeitosamente acolhe o que os pais têm a dizer. Palavra que se torna fonte de vida na família, Palavra que se torna humana para que as famílias sejam sagradas e façam seus filhos “crescer em sabedoria, estatura e graça diante de Deus e dos homens” (Evangelho).

 

 

Cantando a Liturgia

 

É uma celebração a ser cantada com tons natalinos, porque está dentro da oitava de Natal. Ao mesmo tempo, a escolha das músicas poderá eleger ao menos duas canções que cantam o valor da família cristã.

 

 

 

Entrada: as canções sugeridas indicam que a celebração poderá ser iniciada cantando a família no contexto do mistério do Natal (1; 2; 3 ou 4), a família concreta que se reúne para suplicar a graça de ser santa e sagrada   ou fazendo alusão direta à Sagrada Família  

- Olhando a sagrada família
 “Nasceu-nos, hoje, um Menino”
´É Natal de Jesus....

 

Aclamação ao Evangelho: Aleluia e antífona do dia.,

 

Ofertas: além das músicas natalinas   e de uma canção que faz memória de Maria apresentando Jesus ao Templo  , pode-se cantar outra canção, que incentive os celebrantes a oferecerem suas famílias a Deus (3 ou 4).

 “Nas terras do Oriente”  
 “Sobe a Jerusalém, virgem oferente”  
“Cristãos, vinde todos”  

 

Comunhão: Todas as canções são tomadas da Missa de Natal. A intenção é entender que a união íntima entre Natal e Sagrada Família e, por extensão, entre Sagrada Família e cada família ali celebrante. Comungar a Eucaristia é comungar o compromisso de comunicação com Deus e entre os membros da família.

“Da cepa brotou a rama”
“Povo de Deus foi assim.
“Quando teu Pai revelou o segredo a Maria  

 

Envio – Oração da Família




Missa de Natal  

 

24/12/2015 

 

   Hoje nasceu para nós um salvador 

 

 

  

Leituras Missa da noite

 

1ªleitura: Is 9,1-6 -Foi-nos dado um filho

SalmoResponsorial: Sl 95 – Hoje, nasceu para nós o Salvador CLIQUE AQUI

2ª leitura: Tt2,11-14 – Manifestou-se a bondade de Deus para a humanidade

Evangelho: Lc2,1-14 – Hoje, nasceu para vós um Salvador CLIQUE AQUI

 

 

Leituras da Missa do Dia


Is 52,7-10 – Todos os confins da terra verão a salvação do nosso Deus 
Sl 97 – Os confins do universo verão a salvação do nosso Deus
CLIQUE AQUI
Hb 1,1-6 – Deus falou-nos por seu Filho
Jo 1,1-18 – A Palavra se fez carne e habitou entre nós
CLIQUE AQUI

 

 

A espiritualidade da celebração do natal , e também do tempo do natal, é farta em propor o recomeço existencial para que a vida tenha sentido, e seja feliz conforme é a vontade de Deus. A vida pode ser cultivada com alimentos bons: Paz, alegria, bondade., ou pode ser cultivada com elementos ruíns:Rancor, raiva, inveja, obsessões, etc. Assim, se a opção escolhida não for boa,a vida torna-se exilada no próprio indivíduo,E torna-se um vazio , pois perde o sentido.

 Vida Plena e feliz é aquela marcada e alimentada pela alegria que os textos natalinos nos colocam. Vida feliz ,é aquela vivida à ótica do simbolismo da luz, pois onde há brilho, há também a alegria de Deus. A natureza se alegra, a vida humana torna-se iluminada pela presença divina e o medo cede lugar à alegria.

  O salmista elogia quem se encontra com Deus (no natal) porque irá conhecer a alegria e andará pelo caminho onde brilha a luz divina . Nele crescerá a alegria e sua vida conhecerá o aumento da felicidade (1aleitura/noite). Tudo isso é confirmação que Natal é a festa que marca um recomeçar da vida, na alegria. As celebrações do Natal proclamam que nascemos para viver iluminados e alegres, na luz e na alegria de Deus

Jesus nascendo em Belém é a luz que se levanta para os justos e ilumina a humanidade que dormia na escuridão da noite.São Paulo diz que a bondade divina se manifesta no nascimento de Jesus e que nos tornamos justos, pois fomos batizados no Espírito Santo (2aleitura/aurora). Jesus é a bondade divina que nasce e alegra o mundo com a alegria do céu. Jesus é, portanto, a alegria de quem se colocou na estrada do Evangelho e teve com ele um encontro existencial, como aconteceu com Maria, de modo particular, mas também com José (Evangelho/vigília) e com aqueles pastores que foram inundados pela luz anunciadora do nascimento do Senhor(Evangelho/noite). É o Natal dizendo que não se pode viver na noite do medo(evangelho/noite), mas é preciso recomeçar a vida iluminando-se em Jesus, para que a vida de cada pessoa seja um testemunho alegre dessa Boa Notícia:“eu vos anuncio uma grande alegria (...) hoje, na cidade de Davi nasceu para vós umSalvador”(Evangelho/noite).

 

Canto de Entrada:Nada mais propício que cantar o anúncio do nascimento do Senhor, convidando a todos os fiéis e todo o mundo a participar desta grande celebração:

 

1- Nasceu-nos hoje um menino, e um filho nos foi dado 

2- É Natal de Jesus, festa da alegria, esperança e luz

3-Nosso Deus viu que o tempo chegou....

 

Entronização da imagem:A idéia para este rito que se tornou tradição nas comunidades tem para este ano a mesma sugestão dos anos anteriores, ou seja: acolher a imagem refletindo a realidade do mundo, elevando uma súplica de perdão, e de glorificação através do glória.

 

Farão parte da trajetória de entronização-

1- locutor para as falas

2- grupo de 06 a10 crianças., vestidas de maneira simples

3- 01 criança vestida com túnica para levar uma vela

 

 - O locutor se posiciona em local não visível à assembléia

 

A igreja à meia luz, apenas o suficiente para que se veja a imagem do menino Jesus

 

 - Uma das crianças do grupo pega a imagem domenino Jesus, no começo da entrada da igreja, e junto com as outras crianças dogrupo se posiciona , erguendo a imagem para a assembléia:

 

Neste instante o padre faz o convite para que toda a assembléia se volte para o centro da igreja, e o locutorentão faz a primeira fala:

 

Hoje, Deus vem ao nosso encontro em forma de recém-nascido, como representa a imagem que tenho nas mãos. Vem aonosso encontro para trazer a alegria de Deus, para alegrar os corações entristecidos e para propor um recomeço de vida a quem não encontra sentido nemalegria em viver.

 

Neste instante enquanto as crianças avançam sentido ao altar ( Vela na frente, e o grupo com a imagem atrás) ,pode se cantar:

 

1-Noite feliz..

  

Chegando à frente da Igreja, o grupo de crianças se vira para a frente, quem estava segurando a imagem passa a imagem uns para os outros cada um erguendo ao pegar, e quando chegar na criança que estava trazendo, um adulto pega esta criança e ergue o mais alto possível para a assembléia, ou este adulto pega só aimagem e mantém erguida até o final do ato penitencial.,  

 

O comentarista faz o comentário assim que as crianças chegarem na frente e virarpara a assembléia :

 

 Hoje, Deus vem ao nosso encontro. Mas, o que encontra? Encontra a guerra que nos mancha com sangue humano. Encontra aviolência que nos tinge de medo do semelhante. Encontra a corrupção, que nos deixa envergonhados pela falta de ética. Encontra famílias desunidas. Encontra gente que não respeita a dignidade da vida.

Antes de colocar a imagem do Menino Jesus no presépio, nós precisamos pedir perdão.

 

 

Terminado o comentário, o grupo faz o canto penitencial. Sugestão:

 

 Tende piedade, tende piedade, tende piedade de nós Ó Senhor....

 

Terminadoo ato penitencial., o padre anuncia o hino de glória que deve ser alegre, e vibrante: vinde cristãos, vinde àporfia , Glória a Deus nas alturas, glória glória aleluia..e enquanto se canta, tocam-se os sinos, e se conduz a imagem ao presépio. , dando-se continuidade à celebração.

 

Salmo responsorial– Embora no folheto do domingo conste outro refrão, o lecionário traz otradicional ( Hoje nasceu para nós, o salvador que é Cristo Senhor) Qualquer deles é correto proclamar desde que seja com melodia simples e participação ativa da assembléia.

 

Aclamação ao evangelho:O mais condizente com o que diz as leituras, é   Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia...Eu vos trago a boa nova, de uma grande alegria.......

 

Ofertas-0 rito das ofertas demonstra o encontro da vida humana com a vida divina. Isso será representado nos dons do pão e vinho e como opção pode ser alegrada por crianças levando flores. 

 

Cristãos vinde todos, com alegres cantos. ..

Sobe a Jerusalém, virgem oferente sem igual..

Belém é aqui, aqui é natal..

 

 

 

Comunhão:cantar a comunhão é alegrar-se pelo caminho que cada celebrante é convidado a empreender para realizar umencontro pessoal com Jesus Salvador, na Eucaristia  

 

Chegou a hora de sonhar de novo -

Hino ao verbo de Deus.

Da cepa brotou a rama.....

 

Envio:É tradição da comunidade  noite feliz depois se oportuno, qualquer outro canto natalino ex.  Parabéns à Jesus

 

 




4º Domingo do advento ano C

 

20/12/15

 

Bendita és tu entre as mulheres

 

 

 

Leituras

 

1ª leitura: Mq 5,1-4a – De ti há de sair aquele que dominará em Israel
Salmo Responsorial: Sl 79 – Iluminai a vossa face sobre nós  CLIQUE AQUI
2ª leitura
: Hb 10,5-10 – Eis que eu venho para fazer a tua vontade
Evangelho: Lc 1,39-45 – Como merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar? CLIQUE AQUI
 

Cor litúrgica: roxo

 

 

Deus guardava em seu coração um plano para resgatar a dignidade do homem e da mulher que foram destruídos pelo pecado. Muitos profetas e gente de Deus animaram o povo a esperar confiantes na promessa divina da vinda do Messias, o Salvador da humanidade. Este tem sido o projeto de Deus, escondido nos séculos (cf. Ef 2,9). Miquéias, na 1a leitura, rememora como os profetas foram incansáveis na animação esperançosa do povo prometendo que o Messias seria o pastor e conduziria o povo para a paz[1] (1a leitura). O salmista canta a mesma esperança definindo Deus como “pastor de Israel”, pedindo que ouça o grito esperançado do povo: “vinde logo nos trazer a salvação” (salmo responsorial). Ou então: vinde logo nos trazer a paz.

         No projeto salvador de Deus havia ainda uma outra proposta: acolher um “sacrifício novo”; no sentido de acolher uma oferta nova que não, apenas, representasse a vida humana, mas que fosse a humanidade, com seu próprio corpo. O autor da carta aos Hebreus lê a encarnação de Jesus na ótica de quem vem, assume um corpo e se apresenta como “sacrifício”, como oferenda reparadora ao Pai (2a leitura). É um texto que indica a finalidade principal do Natal: pela vinda e pela oferta da vida de Cristo, somos santificados (2a leitura), ou seja, recuperamos não apenas a dignidade humana, mas é refeita em nós a imagem e semelhança divina. Planta-se em cada homem e mulher a semente da santidade, que pertence a Deus.

         A promessa (1a leitura) e a finalidade do projeto divino (2a leitura) para salvar a humanidade tornam-se realidade no mundo. Este é o motivo da alegria presente nessa celebração. A Liturgia anuncia que a promessa divina acontece no seio da Virgem Maria e a convoca para proclamar aos celebrantes que “será cumprido o que o Senhor lhe prometeu” (Evangelho). Maria é a primeira santificada[2] por Deus porque ela, desde a encarnação, acolheu a salvação divina. Diante de tão grande dom, a Igreja olha para Maria e faz coro a Isabel: “como posso merecer que a mãe do meu Senhor venha a mim” (Evangelho). Maria é também a primeira evangelizadora, a primeira a contar a boa notícia da salvação divina entre nós.

         Num dia que não teve data ou lugar, havia uma promessa guardada na eternidade divina, que foi cuidada e cultivada pelo próprio Deus, até ser dita aos profetas. Hoje, nós somos os privilegiados celebrantes dessa promessa que se tornou realidade e transformou a esperança em alegria concreta através do nascimento de Jesus.

 

 

 

 

 Cantando a liturgia

 

Sendo uma celebração que abre a porta para conhecer o Mistério da Salvação, celebrado no Natal do Senhor, cantar essa celebração é antecipar a alegria do Natal para o coração de cada celebrante e de toda a assembléia, preparando-se para acolher a vida divina, a exemplo da Virgem Maria.

 

 

Abertura; A exemplo da última celebração, a liturgia de hoje contempla a alegria pela proximidade do Natal., a alegria pelo sim de Maria que resulta no início do projeto de salvação. .,

 Vem Maria vem, vem nos ajudar
É grande o senhor é nosso Deus...
Como o sol nasce da aurora....
Senhor vem salvar teu povo.. 

 

Aclamação ao evangelho:

 

-Aleluia, aleluia, Eis a serva do Senhor,  cumpra-se em mim a tua palavra

-Aleluia,  “Que as nuvens se abram e enviem, o orvalho reconfortador..


Ofertas:.  As canções podem acompanhar a procissão das ofertas, cantando a alegria que está no coração de quem se dispõe a acolher o projeto divino, a exemplo da Virgem Maria. São canções para um tempo novo, marcado pela gestação da vida divina no coração de quem acolhe Deus.

 Um coração para amar....

Preparemos os nossos caminhos, o Senhor está para chegar.....
As nossas mãos se abrem....

 

 

Comunhão:  Canções que valorizem a disponibilidade diante do projeto divino. Alguma canção mariana,  ), ajudará a manter o elo entre a Liturgia da Palavra e a disposição de assumir o mesmo projeto divino, acolhido pela Virgem Maria. ultima canção sugerida canta a esperança que sempre nasce no Natal, com a vinda do Senhor ao nosso mundo.

 

-Quando teu Pai revelou o segredo a Maria
-Povo de Deus foi assim....
As colinas vão ser abaixadas 

 

Envio-   Como o Sol nasce da aurora, de Maria 



3º Domingo do advento ano C

 

13/12/15

 

Quem tiver duas túnicas, dá uma a quem não tem!

 

 

 

Leituras

 

1ª leitura: Sf 3,14-18a = O Senhor, teu Deus, exultará por ti, entre louvores
Salmo Responsorial: Ct de Is 12 = Exultai cantando alegres, habitantes de Sião CLIQUE AQUI
2ª leitura: Fl 4,4-7 = O Senhor está próximo
Evangelho: Lc 3,10-18 = Que devemos fazer CLIQUE AQUI

 

 

Cor litúrgica: roxo

 

 

 Estamos com uma celebração que proclama a alegria da proximidade do Natal, entendido como presença de Deus no meio do povo e possibilitando participar de sua salvação. Este é o motivo principal do “Domingo gaudete”. Alegria que deve ressoar no coração de cada homem e mulher. É uma celebração que dirá a cada celebrante que ele viverá em constante advento, se viver na esperança de quem acolhe a Boa Notícia da alegria divina que nunca se entristece dentro da gente.

         Por experiência, contudo, sabemos que existem motivos e situações que podem tirar a alegria de alguém, como por exemplo o medo da decepção ou da derrota nos desafios da vida, viver acusado por uma culpa que insistentemente martela na consciência ou, ainda, não se sentir querido ou amado por ninguém (1a leitura). Quem vive em tal situação, pressionado pela ansiedade, torna-se incapaz de sentir alegria e ser alegre. A profecia de Sofonias vem respançar tais sentimentos dizendo que Deus perdoou a sentença contra a culpa e que o medo não tem razão de ser, pois somos amados por Deus que quer viver entre nós (1a leitura). Eis o motivo pelo qual, o Profeta exagera nos convites para que a alegria esteja na vida do povo e na vida pessoal.

         Quando se experimenta a “alegria interior” como situação existencial, há uma tendência natural (um impulso) de ser bom para com todos. A bondade para com os outros (2a leitura) é o primeiro fruto da alegria interior e é, ao mesmo tempo, prova da felicidade. Pela bondade, fazendo o bem a todos, o cristão comunica sua alegria como que por contágio. E se, porventura, a alegria interior estiver sendo ameaçada, o cristão conta com o recurso da oração. Paulo une a alegria interior à oração ao dizer: “não vos inquieteis com coisa alguma, mas apresentai as vossas necessidades diante de Deus”, em oração e súplica” (2a leitura). A oração garante viver em Deus, raiz segura da alegria interior e promove a serena confiança da presença do Senhor, força, louvor e salvação. No dizer do salmista: “o Senhor é minha força, meu louvor, minha salvação” (salmo responsorial).

         Existe uma condição social para se dar continuidade à alegria interior, que tende a se manifestar naturalmente pela bondade para com todos: a partilha da vida, a partilha dos bens, e a promoção da justiça social (Evangelho). É a resposta de João Batista a quem o interrogava sobre como agir na prática; “o que devemos fazer?” (Evangelho). A partilha dos bens e o interesse pela vida dos necessitados são sinais de conversão, alegria de ver o outro respeitado e vivendo dignamente. Quando isso é autêntico a vida deixa de ser “fogo de palha”, e incendeia com a alegria de estar em Deus, com o fogo do Espírito divino (Evangelho), a vida social.

 

 

 

 

 Cantando a liturgia

 

 É uma celebração que canta as profecias de Isaías e de João Batista, que nos convoca a sermos como eles,  convocadores para construir novas estradas na sociedade;caminhos que nos levem ao encontro de Deus. .

 

Abertura: a exemplo do último Domingo, mantendo a característica da espera da 2ª vinda do Senhor, a celebração poderá ser aberta com uma canção de esperança e de confiança na vinda do Senhor agora enfatizando a conversão, preparando o caminho do Senhor.

 

-Senhor, vem salvar teu povo...

 -O Senhor está pra chegar, já se cumpre a profecia

-Vigia esperando aurora

-Alegrai-vos sempre no Senhor...

 

Aclamação ao evangelho:

 

  -Aleluia, aleluia, O Espírito Santo sobre mim fez a sua unção, enviou-me aos empobrecidos a fazer feliz proclamação

 

  - Aleluia,  “Que as nuvens se abram e enviem, ....

 

Ofertas: Continuamos a sugerir cantos que levem a perseverança do povo em caminhar nos caminhos do Senhor, a vigilância em todos os momentos de nossa vida que deve estar voltada à espera de Deus

 

 -A nossa oferta apresentamos ao altar, 

-As nossas mãos se abrem....

-Pão e vinho apresentamos com louvor...

-Do céu vai descer o cordeiro.... 

 

Comunhão :    cantar o rito de comunhão, que torna os celebrantes caminheiros até a Mesa Eucarística, é caracterizá-los como gente que vai em busca do Senhor, caminhando nos caminhos do discipulado cristão.

 

-Convertei-vos Senhor Deus do mundo inteiro.....

- As colinas vão ser abraçadas.....

-Abre tuas portas, alguém está batendo

 

 

Envio-   Como o Sol nasce da aurora, de Maria nascerá, 

            

 

 



2º Domingo do advento ano C

 

06/12/2015

 

 Aplainai os caminhos do Senhor

 

 

 

Leituras

 

 

1ª leitura: Br 5,1-9 = Deus mostrará o teu esplendor
Salmo Responsorial: Sl 125 = Maravilhas fez conosco o Senhor   CLIQUE AQUI
2ª leitura: Fl 1,4-6.8-11 = Ficareis puros e sem defeito para o dia do Senhor
Evangelho: Lc 3,1-6 = Todas as pessoas verão a salvação de Deus

CLIQUE AQUI

 

Cor litúrgica: roxo

 

 

A Palavra dessa celebração descreve uma situação de vida que remete ao exílio, ao viver fora de casa, distante de tudo, distante de amores e alegrias na vida de uma pessoa; até mesmo, de si próprio. É a situação de quem se vê obrigado a andar em caminhos que distanciam a vida da alegria, da paz e do encontro; distância que tira a pessoa de seu próprio chão (1a leitura). É a situação existencial de quem abandona a casa e ouve o sussurrar silencioso e intermitente dentro de si pedindo que volte para perto de Deus, se quiser encontrar a paz e a alegria. A causa do exílio vem de algum poder social que dita e obriga a andar num caminho. Quem não por ali os pés é mandado embora. Lucas menciona o poder político, no início do Evangelho dessa celebração, mas poderíamos listar outros poderes, como o midiático, que apela para a fama, o sucesso, a equiparação entre riqueza e alegria.

Estar fora do contexto vital e caminhos que não podem satisfazer a vida de modo pleno formam o cenário da celebração que estamos preparando. A realidade pode ser diferente, dependendo da voz que grita na sociedade onde cada um vive, mas o efeito do exilado não muda. É preciso assumir uma atitude: estar atento para ouvir a voz que grita no silêncio do deserto, mostrando um caminho alternativo e, o mais importante, entrar nesse caminho (Evangelho) para encontrar a alegria e a paz interior.

Mas, o que grita a voz do silêncio? Grita que existem caminhos diferentes. Caminhos pavimentados pela alegria, pela paz e pela justiça (1a leitura). Caminhos que têm a garantia que “aquele que começou em vós uma boa obra, há de levá-la à perfeição até ao dia de Cristo Jesus” (2a leitura). Diz que esses caminhos são feitos por Deus, e reconduz quem nele entra a sentir a alegria de viver; o gosto da vida. Grita também que existe outro modo de escrever a história da vida, não sendo feita sobre montes e colinas do poder ou da fama[1], mas a partir da Palavra de Deus (Evangelho), acolhendo a luz nova, que vem de Deus. Para isso acontecer é importante ouvir a voz de João gritando para derrubar montes e colinas que impendem a mentalidade divina (Evangelho) de ser acolhida no mundo.

Quando assim acontecer, então se poderá cantar de boca cheia e sorrindo a exultação alegre de se viver na paz e na liberdade que vem de Deus (salmo responsorial). Não é bom viver sempre em terras estranhas, como um exilado (1a leitura) mas na alegria de contemplar a salvação de Deus (Evangelho). Para isso é preciso colocar o passo em outras estradas.

 

 

Cantando a liturgia

 

 É uma celebração que canta as profecias de Isaías e de João Batista, que nos convoca a sermos como eles,  convocadores para construir novas estradas na sociedade;caminhos que nos levem ao encontro de Deus. .

 

Abertura: a exemplo do último Domingo, mantendo a característica da espera da 2ª vinda do Senhor, a celebração poderá ser aberta com uma canção de esperança e de confiança na vinda do Senhor agora enfatizando a conversão, preparando o caminho do Senhor.

 

-Senhor, vem salvar teu povo...

 -O Senhor está pra chegar, já se cumpre a profecia

-Vigia esperando aurora

 

Aclamação ao evangelho:

 

  -Aleluia, aleluia- Preparai o caminho do Senhor, endireitai suas veredas. Toda carne há de ver a salvação do nosso Deus

 

  - Aleluia,  “Que as nuvens se abram e enviem, ....

 

Ofertas: Continuamos a sugerir cantos que levem a perseverança do povo em caminhar nos caminhos do Senhor, a vigilância em todos os momentos de nossa vida que deve estar voltada à espera de Deus

 

 -A nossa oferta apresentamos ao altar, 

-As nossas mãos se abrem....

-Pão e vinho apresentamos com louvor...

-Do céu vai descer o cordeiro.... 

 

Comunhão :    cantar o rito de comunhão, que torna os celebrantes caminheiros até a Mesa Eucarística, é caracterizá-los como gente que vai em busca do Senhor, caminhando nos caminhos do discipulado cristão.

 

-Convertei-vos Senhor Deus do mundo inteiro.....

- As colinas vão ser abraçadas.....

-Abre tuas portas, alguém está batendo

 

 

Envio-   Como o Sol nasce da aurora, de Maria nascerá, 

            

 

 

 



 


 
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Matriz: de segunda a sexta no escritório paroquial .
Comunidades: antes ou após missa/celebração.

 
 
 
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